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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

LIÇÃO 04 - PROMESSA E OBEDIÊNCIA.

Pb. Junio - Congregação Boa Vista II

 


                        TEXTO ÁUREO  

"Se me amardes, guardareis os meus mandamentos." ( Jo 14.15)


                        VERDADE PRÁTICA  

A obediência a Cristo demanda bênçãos espirituais que influenciam diversas áreas da vida.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: DT 29. 1, 9-12; HB 8. 6-13




                            INTRODUÇÃO  


Para Deus, a obediência à sua Palavra e aos seus mandamentos é a condição indispensável para o cumprimento das suas promessas a pessoas, ao seu povo e à sua Igreja. Desde que Deus criou o homem à sua imagem conforme a sua semelhança no Éden (Gn 1.26-28), existe a terrível tendência, no ser criado, à prática da desobediência. Os primeiros seres humanos, Adão e Eva, tinham ao seu dispor todas as coisas indispensáveis para viverem felizes e eternamente. Muitas pessoas têm ideias falsas sobre o trágico acontecimento que envolveu o homem no Paraíso. Há quem afirme que jamais houve tal fato, querendo insinuar que a narrativa bíblica sobre a Queda não passa de uma lenda. Lamentavelmente, entre esses incrédulos, estão incluídos muitos dos que se dizem religiosos. 

Entretanto, a Bíblia, a Palavra de Deus, que é a verdade (Jo 17.17), afirma-nos que a harmonia do Paraíso foi alterada quando o Diabo, um antigo querubim que se rebelou contra Deus, foi lançado dos céus a terra e certamente resolveu atacar por vingança a obra-prima da mão de Deus: o homem. A causa eficiente para a Queda, no entanto, surgiu no meio do próprio casal. A mulher, Eva, ao invés de ter-se firmado de acordo com a voz de Deus, resolveu, usando o seu livre-arbítrio, dar ouvidos à voz do Inimigo, pecando contra o Senhor.

Na sua bondade, Deus deu o direito e a liberdade de o homem apropriar-se de todos os frutos do Jardim, exceto dos que produzisse a árvore da ciência do bem e do mal (Gn 2.16,17). O homem, porém, desprezou a bênção de Deus em cada árvore, em cada fruto e em cada folha e resolveu dar ouvidos a outra voz. O Diabo enganou a mulher, dando-lhe a entender que poderia desobedecer a Deus sem sofrer as consequências do pecado. Eva foi enganada pela sua própria concupiscência (cf. Tg 1.14b). Satanás fez do “amargo”, “doce”, e do “doce”, “amargo” (cf. Is 5.20). E a mulher compartilhou o pecado com o seu marido, e ambos caíram, perdendo a “imagem” e “semelhança” originais do Criador. 

A perda da obediência a Deus causou terrível tragédia não só para o primeiro casal, mas para a natureza e todos os seus descendentes. Ao pecarem, criaram condições espirituais que comprometeram todos os habitantes da terra (ver Rm 5.12-14). 

Dessa forma, para não continuar sofrendo as consequências do pecado pela desobediência, só através da obediência consciente, por amor a Deus e à sua palavra, o ser humano pode ser beneficiado pelas bênçãos e promessas concedidas pelo Senhor. Neste capítulo, tomamos por base as promessas de Deus a Israel, que são referência para quem deseja ser agraciado com o cumprimento do Senhor. 



                I.   A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO  

1.   O Concerto de Horebe    -   Como um DEUS santo satisfará a sua ira contra o pecado humano e restaurará o seu

relacionamento com os seres humanos sem comprometer a sua justiça?
A resposta curta é: através de Abraão e a sua descendência (12.1-3), que se multiplicaram formando a nação de Israel. Depois que foram redimidos por DEUS da sua escravidão no Egito (Êx 1–15), Ele trouxe-os ao Sinai para fazer uma aliança com eles baseada na obediência (19.5,6). Um componente central dessa aliança foi o sistema sacrificial (e.g., Lv 1–7), que o Senhor providenciou como meio de lidar com o pecado. Além dos sacrifícios regulares feitos pelo pecado ao longo do ano, DEUS separou um dia por ano para expiar os pecados de Israel (Lv 16). 

Para que o DEUS santo habite com pessoas pecadoras, extensas provisões tiveram de ser
feitas para permitir a comunhão. Durante os próximos quatrocentos anos de silêncio profético, o desejo de que o Senhor DEUS afaste os pecados do seu povo cresceu. Por fim, quando a concepção e o nascimento de JESUS foram anunciados, foi revelado que Ele “salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21). Nos dias anteriores ao ministério público de JESUS, João Batista preparou o caminho para Ele,
“pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados” (Lc 3.3). Enquanto Adão e Israel foram filhos de DEUS desobedientes, JESUS provou ser o Filho obediente pela sua fidelidade a DEUS em face da tentação (Mt 2.13-15; 4.1-11; 26.36-46; Lc 3.23–4.13; Rm 5.12-21; Fp 2.8; Hb 5.8-10). Ele também foi o Servo Sofredor que deu a sua vida em resgate por muitos (Mc 10.45; cf. Is 52.13–53.12). Na cruz, JESUS experimentou a ira de DEUS que o povo de DEUS merecia por haverem pecado. Com a sua justiça plenamente satisfeita, o Senhor estava livre para perdoar e justificar todos os que se identificam com CRISTO pela fé (Rm 3.21-26). O que nem a Lei nem o sangue de touros e bodes podiam fazer, JESUS CRISTO fez com o seu
próprio sangue (Rm 8.3,4; Hb 9.1–10.18).
Após a ressurreição e ascensão de JESUS, os seus seguidores começaram a proclamar as “Boas Novas” (evangelho) do que JESUS fez e chamar as pessoas: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos pecados” (At 2.38). Quando as pessoas começaram a experimentar o perdão de DEUS, elas foram tão transformadas que perdoaram os que pecaram contra elas (Mt 6.12; 18.15-20; Cl 3.13).
Embora os crentes continuem a lutar contra o pecado nesta vida (Rm 8.12,13; Gl 5.16-25), o pecado não é mais mestre sobre eles (Rm 6.1-23).


2.   O Concerto nas campinas de Moabe   -    As bênçãos estão atreladas à obediência. A Bíblia nos mostra em Deuteronômio 28.1-14 as bênçãos decorrentes da obediência. Em contrapartida, do versículo 15 em diante os castigos e maldições para os desobedientes. A obediência abre portas que jamais esperávamos. O princípio da obediência abre portas para ser usado por DEUS, abre portas no mundo natural, abre as portas da salvação eterna. Olha o que Senhor fala com a igreja de Filadélfia, considerada uma igreja fiel que guardava (obedecia) a Palavra da Sua Paciência: “Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.” [Ap 3.8].

 
Vimos nas Sagradas Escrituras que Josué foi bem-sucedido quando obedeceu a tudo que o Senhor lhe ordenou [Js 1.7]. Ainda ordenou que ele não se desviasse, nem para a direita nem para a esquerda para ser bem-sucedido. A sua obediência o levou à vitória com o povo de DEUS ao entrar na terra que DEUS jurou a seus pais que lhes daria. Se você é obediente, DEUS estará contigo por onde quer que andares.
 

3.   As promessas provenientes da obediência    -    Em Deuteronômio, depois de anunciar a destruição de todos os inimigos de Israel, Deus disse ao povo: “Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando fazer. Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o Senhor, teu Deus, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais; e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar, e abençoará o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite, e a criação das tuas vacas, e o rebanho do teu gado miúdo, na terra que jurou a teus pais dar-te. Bendito serás mais do que todos os povos; nem macho nem fêmea entre ti haverá estéril, nem entre os teus animais. E o Senhor de ti desviará toda enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das más doenças dos egípcios, que bem sabes; antes, as porá sobre todos os que te aborrecem” (Dt 7.11-15).

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                  II.   A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO 

1.   Um Novo Concerto    -    Uma Aliança Melhor

O trabalho do sacerdote é fazer as oferendas e sacrifícios no santuário (Hebreus 8:3). Como nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus também serve num santuário, mas este é um santuário que não foi feito por mãos humanas, como o foi o tabernáculo. Jesus é, não somente superior aos profetas do Velho Testamento, aos anjos, a Moisés e a Aarão, mas é também um melhor sumo sacerdote, que ministra num santuário melhor. Ele é o mediador de uma aliança melhor estabelecido sobre melhores promessas (8:2, 6).

Alguns dos destinatários originais de Hebreus estavam pensando em retornar ao judaísmo. O autor de Hebreus quer que eles entendam como seria tolo deixar uma aliança melhor para retornar a uma imperfeita. Se o primeiro pacto tivesse sido infalível, não teria havido necessidade de outro (8:7). Até mesmo o santuário associado com a Lei de Moisés, o tabernáculo construído no Monte Sinai, era apenas uma cópia e uma sombra do santuário celestial.

O que estava errado com a aliança feita com Israel no Monte Sinai? Realmente, nada havia de errado com o pacto em si; ele cumpria as funções que Deus pretendia. Ele identificava o pecado, encorajava a santidade entre o povo escolhido de Deus e apontava aos homens em direção a Cristo e à graça de Deus. O escritor de Hebreus nota que a falha estava realmente no povo de Deus, e não na aliança (8:8-9). Um homem poderia ser declarado justo sob a Velha Lei se a guardasse perfeitamente, nunca violando um único preceito (Levítico 18:4-5). Mas o povo de Israel não guardava a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele (Romanos 7:10-13). Mas Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo.

Um indivíduo se tornava parte do povo de Israel pelo nascimento físico e era circuncidado no oitavo dia como sinal da aliança. Mais tarde, quando o menino tinha idade bastante para entender, era-lhe ensinada a lei com a esperança de que ele decidisse obedecê-la. A lei de Moisés foi escrita em tábuas de pedra, mas muitos israelitas não escreveram a lei de Deus em seus corações.

O novo pacto, contudo, é diferente, como Jeremias profetizou. É ensinado às pessoas primeiro e elas se tornam parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem as condições para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11). Elas serão verdadeiramente o povo de Deus porque sua lei estará escrita em seus corações. Todos na casa espiritual de Israel (a igreja) conhecem o Senhor porque ninguém pode se tornar parte da nação eleita sem primeiro conhecer o Senhor!

Mas a nova aliança é diferente de outra maneira. O perdão estaria disponível através do sacrifício de Jesus Cristo (8:12). Não haveria mais necessidade de sacrifícios anuais no Dia da Expiação como a lei de Moisés exigia (veja Levítico 16). Jesus, o sacrifício perfeito, precisou oferecer a si mesmo somente uma vez. Por que haveríamos de querer voltar ao velho e imperfeito, quando Deus providenciou um pacto novo e melhor, com um melhor Sumo Sacerdote?


2.   Jesus Cristo, o mediador    -    Agora, porém, o ministério que Jesus recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador é superior à antiga, sendo baseada em promessas superiores. Pois, se aquela primeira aliança fosse perfeita, não seria necessário procurar lugar para outra. Hebreus 8:6-7 NVI

Ao lermos toda a Bíblia, fica muito claro que a aliança estabelecida com Israel por meio da Lei de Moisés, não teve o objetivo de dar VIDA ao ser humano, foi uma aliança para conduzir Israel até Cristo. Por isso está escrito que a Lei foi um tutor até que chegasse Cristo e que ela foi acrescentada por causa das transgressões. Em outra passagem da carta aos Hebreus está escrito que a Lei não foi capaz de aperfeiçoar coisa alguma, e sabe por que ela não teve essa capacidade? Porque a Lei não fornece NOVA VIDA, a Lei não dá ao homem UMA NOVA NATUREZA. A Lei apontava para Cristo Jesus, a antiga aliança mostrava o quanto era necessário um REDENTOR. Era impossível ao homem com a natureza caída obedecer a Deus, o homem estava separado de Deus por causa do pecado e por natureza era merecedor da ira. Nas profecias feitas na vigência da antiga aliança, nós encontramos claramente a vontade de Deus, que era por meio de um sacrifício perfeito fornecer ao homem o perdão dos pecados e dar a ele um novo coração, e ainda mais, depositar nesse novo homem o SEU PRÓPRIO ESPÍRITO.


3.   Obediência do Novo Concerto    -    Aqui está um padrão do evangelho proposto para nossa imitação, e esse é o exemplo do nosso Senhor JESUS CRISTO: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS” (v. 5). Observe: Os cristãos devem ter o mesmo sentimento de CRISTO. Devemos imitar a sua vida, se queremos nos beneficiar da sua morte. “Se alguém não tem o ESPÍRITO de CRISTO, esse tal não é dele” (Rm 8.9). Qual era o sentimento de CRISTO? Ele era notavelmente humilde; precisamos aprender isso dele. “...aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Se somos, de fato, humildes, devemos sentir o mesmo; e, se queremos ser semelhantes a CRISTO, devemos ser humildes. Devemos andar no mesmo espírito e nos mesmos passos do Senhor JESUS, que se humilhou a si mesmo a ponto de sofrer e morrer por nós. Não somente para satisfazer a justiça de DEUS, e pagar o preço da nossa redenção, mas para servir de exemplo, para que sigamos os seus passos. Temos aqui as duas naturezas e os dois estados do nosso Senhor JESUS. É perceptível que o apóstolo, tendo oportunidade de mencionar o Senhor JESUS, e em virtude do sentimento que havia nele, busca alongar-se acerca da descrição da sua pessoa. Este é um assunto agradável, e um ministro do evangelho deve ter prazer em discorrer a respeito dele. Qualquer oportunidade deveria ser prontamente aproveitada.

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                    III.    BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO 

1.   Bênçãos espirituais    -     No Novo Testamento não há nenhuma contradição entre fé e obediência, entre a fé e as obras da lei, entre lei e graça e entre fé e obediência. A Bíblia não reconhece a fé que não leva à obediência, nem reconhece qualquer obediência que não brote da fé. As duas são lados opostos da mesma moeda. Portanto a fé e a obediência estão para sempre unidas, e cada uma é sem valor quando separada da outra. O problema com muitos de nós hoje é que estamos tentando crer sema intenção de obedecer.

 Veja os frutos da obediência como descritos no Novo Testamento. A casa do homem obediente é construída sobre uma rocha (Mt 7:24). Ele será amado pelo Pai e terá a manifestação do Pai e do Filho, que virão a ele e farão dele a Sua casa (Jo 14:21-23). Ele viverá no amor de Cristo (Jo 15:10). Pela obediência às doutrinas de Cristo ele é liberto do pecado e feito servo da justiça (Rm 6:17-18). O Espírito Santo é dado a ele (At 5:32). Ele é liberto do auto-engano e abençoado em seus feitos (Tg 1:22-25). A sua fé é aperfeiçoada (Tg 2:22). Ele é confirmado em sua segurança em relação a Deus e lhe é dada confiança na oração, para que o que peça lhe seja dado (1 Jo 3:18-22).


2.    Justiça e Paz    -     O apóstolo também fala sobre o problema da ansiedade, e aconselha os irmãos a não andarem ansiosos, mas ao invés de estarem preocupados, que apresentassem seus pedidos com orações, suplicas e ação de graças a Deus, o único capaz de conceder a verdadeira paz que excede todo entendimento e que guarda os corações e as mentes em Cristo Jesus, e esse é o segredo para a verdadeira bem-aventurança (Fp 4:5-7).

Vimos que a verdadeira paz é um dom divino que reflete o próprio amor de Deus. William Hendriksen, em seu comentário do Novo Testamento, define perfeitamente essa paz como sendo o sorriso de Deus refletido na alma do cristão; a bonança depois da tempestade do Calvário; a firme convicção de que o Deus que não poupou nem mesmo o próprio Filho, antes o entregou por nós, certamente também, livremente, nos dará com Ele todas as coisas (Rm 8:32).

Com relação à expressão “excede todo entendimento”, alguns a tem interpretado como se seu significado fosse o de que a paz divina faz por nós muito mais do que os nossos planos e projetos um dia jamais poderão fazer, ou seja, nesse sentido, então a paz divina supera o nosso entendimento.

É claro que existe um ponto de verdade nisso, porém essa não é a interpretação correta dessa expressão. Quando o apóstolo escreve “a paz que excede todo entendimento”, ele está dizendo o que a paz de Deus é insondável.

Com isso ele estava dizendo que a paz de Deus que excede todo entendimento, por mais que seja insondável a nós, ela monta guarda à porta de nossos corações e mentes. Ela impede que as aflições e angustias abalem nossos sentimentos tomando nossos corações, bem como que os pensamentos indignos e a perigosa ansiedade a qual ele mencionou nos versículos anteriores dominem nossa mente.

No entanto, a paz que excede todo entendimento não nos protege apenas das ameaças externas, mas também dos conflitos internos. É por isso que o apóstolo termina com a expressão “em Cristo Jesus”, ou seja, essa paz nos livra de nós mesmos, impedindo que, devido a nossa velha natureza, porventura fujamos da fortaleza que é Cristo. Nesse aspecto, nosso velho homem deve estar acorrentado dentro de um coração sitiado pela paz de Deus.

Essa verdade nos faz lembrar-se do que escreveu o profeta Isaías, ao dizer que o Senhor “conservará em perfeita paz aquele cujo coração é firme” (Is 26:3). Esse coração firme que confia no Senhor, não deve ser entendido como um mérito humano, mas como uma ação do próprio Deus que, conforme profetizou o profeta Jeremias, põe seu temor em nossos corações para que nunca nos apartemos dele (Jr 32:40).


3.    Alegria no Espírito Santo    -   Conforme está escrito em Gálatas 5:22, alegria é um fruto do Espírito – não a tristeza, o desencorajamento ou a depressão. Se nós vamos permanecer cheios do Espírito Santo todos os dias, ele nos dará energia e inspiração para sermos “cheios de alegria” em meio às circunstâncias (aquilo que estamos vendo).

“Na presença de Deus existe abundância de alegria, em sua destra existem delícias perpetuamente” (Salmos 16:11).

Creio que a presença de alegria nos dá a resistência para permanecermos contra o inimigo, para superar as circunstâncias negativas e herdar nossa terra prometida.

Como permanecer cheios do Espírito? Uma forma muito importante é mantendo a mente e boca cheias da Palavra e não dos problemas. Josué 1:8 diz: “Não cesse de falar deste Livro da Lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito, então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido”. Josué foi instruído pelo Senhor a manter a Palavra e não o problema em sua boca e mente.

Como Josué, se nós queremos tornar nossa caminhada próspera e bem-sucedida nesta vida, definitivamente precisamos colocar nosso pensamento e nossas palavras em outra coisa que não seja nos problemas que enfrentamos. Em outras palavras, precisamos parar de pensar e de falar nos problemas. Se pensarmos muito no problema vamos falar nele, e nossas palavras podem mexer com nossas emoções o que normalmente nos deixa chateados. Se existir algum propósito para tocar no assunto, então faça. De outra maneira, entregue a Deus esta situação e não fale mais sobre isso. Preencha sua mente e sua boca com as palavras das Escrituras para que isso possa lhe tranqüilizar que Deus está no controle e ele é capaz de cuidar de tudo o que você confia a ele.

Outra forma de estar cheio de alegria é ter um propósito de escolher um louvor e mantê-lo em seu coração e em seus lábios durante todo o dia . Isaías 61:3 diz que Deus tem nos dado vestes de louvor ao invés de espírito angustiado. Estas “vestes” de louvor são nossas, mas temos que escolher vesti-las todos os dias, da mesma forma que temos que escolher outras peças de roupas. Paulo e Silas escolheram cantar e louvar a Deus quando estavam presos numa prisão em Filipos e como resultado, o coração de Deus foi tocado e isso gerou uma ação. Ele quebrou as correntes e abriu as portas da prisão libertando-os. Uma coisa interessante foi que, o louvor deles não afetou apenas a eles, mas a todos que estavam na prisão. Todas as correntes da prisão foram quebradas e até o carcereiro entregou sua vida a Cristo.

Como Paulo e Silas, Abraão entendeu o poder de louvar a Deus. Romanos 4:20 diz: “não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus.” Abraão não permitiu que seu coração se entristecesse enquanto aguardava o cumprimento das promessas de Deus. Ao invés disso, ele deu glórias e louvores ao Senhor. Como resultado ele foi fortalecido e sua fé aumentou até o momento em que ele viu a promessa se cumprir. O Senhor fará o mesmo por você e por mim. Nós também vamos crescer fortes e seremos cheios de poder pela fé à medida que escolhermos dar louvores e glórias a Deus.




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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2. 

Endereço da igreja Rua Formosa, 534 – Boa Vista - Suzano SP.

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         BIBLIOGRAFIA


Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias

Livro de apoio, As Promessas de Deus - Elinaldo Renovato, Ed. CPAD

Dicionário Bíblico Wycliffe

https://estudosdabiblia.net/heb7.htm#:~:text=Uma%20Alian%C3%A7a%20Melhor&text=O%20trabalho%20do%20sacerdote%20%C3%A9,como%20o%20foi%20o%20tabern%C3%A1culo.

https://www.ministeriovidacwb.com/post/jesus-o-mediador-da-nova-alian%C3%A7a

http://www.celebrandodeus.com.br/artigo/os-frutos-da-obediencia/

https://estiloadoracao.com/paz-que-excede-todo-entendimento/

https://tv.joycemeyer.org/portuguese/2021/09/20/alegria-e-fruto-espirito/#:~:text=Conforme%20est%C3%A1%20escrito%20em%20G%C3%A1latas,(aquilo%20que%20estamos%20vendo).


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sexta-feira, 11 de outubro de 2024

LIÇÃO 03 - AS PROMESSAS DE DEUS PARA A IGREJA.

Pb. Junio - Congregação Boa Vista II

 


                    TEXTO ÁUREO  

"Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." ( Mt 16.18)


                    VERDADE PRÁTICA  

As promessas de Deus para a igreja são gloriosas: promessas de vida eterna, de poder e glorificação final do nosso corpo.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: MT 28. 18-20; MC 16. 15-18; AT 1. 6-8



                    INTRODUÇÃO  


“A Igreja é a herdeira da cruz”. Esta declaração de Thomas Adams, além de realçar a importância e a natureza da Igreja de CRISTO, deixa bem claro: a Igreja não surgiu de um projeto humano, mas do próprio Senhor.

 IGREJA... COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE. A igreja deve ser o fundamento da verdade do evangelho. Ela sustenta e preserva a verdade revelada por CRISTO e pelos apóstolos. Ela recebeu esta verdade para obedecê-la (Mt 28.20), escondê-la no coração (Sl 119.11), proclamá-la como "a palavra da vida" (Fp 2.16), defendê-la (Fp 1.17) e demonstrar seu poder no ESPÍRITO SANTO (Mc 16.15-20; At 1.8; 4.29-33; 6.8).

 O apóstolo Pedro, na sua primeira carta, definiu muito bem o que a Igreja significa no plano de Deus: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9). O apóstolo alinhou quatro imagens para melhor explicar o que é a Igreja de Jesus. Em primeiro lugar, diz que ela é “a geração eleita”; ou seja, em termos coletivos ou corporativos, a Igreja é formada por todos os salvos, santos e fiéis diante de Deus.

 Não existe “igreja isolada”, como dizem os chamados desigrejados: “Eu sou igreja!” Não há um só versículo em toda a Bíblia que confirme que uma pessoa, homem ou mulher, possa dizer que é a “igreja”. No Novo Testamento, a palavra Igreja vem da palavra grega ekklésia, que tem o sentido de “congregação”, “reunião”, “assembleia”; nessa condição, a Igreja foi eleita e predestinada por Deus. Individualmente, somos o “Templo do Espírito Santo”, mas, coletivamente, somos a “Noiva de Cristo” (2 Co 11.2), o “rebanho de Deus” (1 Pe 5.2,3). 

No antigo pacto, só havia sacerdotes que fossem da tribo de Levi; na nova aliança, a Bíblia diz que somos “o sacerdócio real”, ou seja, espiritualmente, somos considerados sacerdotes de Deus. O papel do sacerdote é orientar o povo, interceder ao Senhor pelo povo, visando o seu comportamento correto e santo diante de Deus. Nessa condição, em termos espirituais, todos os salvos, homens e mulheres, devem exercer “o sacerdócio real”, o que é um grande privilégio, bem como uma grande reponsabilidade diante do Senhor. O apóstolo diz que somos “a nação santa”. 

Essa é condição indispensável para que as demais condições possam ser realidade. Ninguém é salvo se não for santo; ninguém faz parte da Igreja se não for santo: “Porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.14-16). A última imagem usada pelo apóstolo Pedro para identificar a Igreja foi a de que somos “o povo adquirido” para anunciar “as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. Povo nenhum na terra tem essas qualificações espirituais, que identificam os que pertencem à Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 

Ela é tão importante que Jesus disse a Pedro: “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). Com essas características especiais, a Igreja é a instituição de origem e caráter divinos a quem Deus reservou promessas especiais, visando o cumprimento da sua missão de proclamadora das verdades reveladas por Deus na sua santa Palavra. Meditemos sobre essas promessas.



                I.    A NATUREZA DA PROMESSA DE DEUS PARA A IGREJA 

1.   A promessa de sinais sobrenaturais     -    As ordenanças de CRISTO à igreja local (At 2.37-41; Lc 22.14-20; 1 Co 11.23-30). Esses textos falam de duas ordenanças de CRISTO para os

seus discípulos: o batismo em águas e a santa ceia. Em Atos 2.41, os discípulos levaram a sério a ordenança do batismo, o qual representa o
arrependimento de toda pessoa que aceita e crê em CRISTO como Salvador e Senhor (At 8.13,16; 36-38; 10.47,48; 16.33; 19.3). O batismo seria
por imersão de corpo inteiro sob as águas em nome da Trindade Divina (Mt 28.19). A segunda ordenança foi a comunhão celebrada pela ceia com
pão e vinho, símbolos da sua carne e do seu sangue. A finalidade da ceia era estabelecer um memorial (Lc 22.19), para lembrar os sofrimentos e
morte do Senhor JESUS CRISTO, sobretudo, o seu sangue que nos trouxe a expiação de nossos pecados.


2.   A promessa de revestimento de poder     -    A efusão do ESPÍRITO SANTO, uma promessa para os últimos dias (Jl 2.28-32; At 2.16-21), que a partir do Pentecostes tem se espalhado pelo mundo inteiro. Os Pentecostais são o maior movimento protestante do mundo.

“Nos últimos dias, diz DEUS, derramarei do meu ESPÍRITO sobre toda carne…” (Jl 2.28).
No início do século teve origem um movimento que trouxe nova vida à Igreja e que estava destinado a influenciar todo o mundo – o Movimento Pentecostal. Começou nos EUA e espalhou-se no mundo inteiro. A Igreja de CRISTO passou a viver em uma nova dimensão de poder, vivenciando experiências sobrenaturais, como o falar em línguas, as curas e a expulsão de demônios. Não se pode negar que em sentido de autoridade espiritual e milagres a Igreja de CRISTO tem vivido um tempo como nunca antes.


3.   Promessas espirituais para uma Instituição espiritual   -    Jesus assevera em Mateus 16.18: “Edificarei a minha igreja”. Essa é a primeira entre mais de cem referências no Novo Testamento que empregam a palavra grega primária para “igreja”: ekklêsia, composta com a preposição Ek, “fora de”, e o verbo Kaleõ, “chamar”; logo, ekklêsia denotava originalmente um grupo de cidadãos chamados e reunidos, visando um propósito específico. O termo é conhecido desde o século V a.C. nos escritos de Heródoto, Xenofontes, Platão e Eurípedes. Esse conceito de ekklêsia prevalecia especialmente na capital Atenas, onde os líderes políticos eram convocados como assembleia constituinte até quarenta vezes por ano. 

O uso secular do termo também aparece no Novo Testamento. Em Atos 19.32,41, por exemplo, ekklêsia refere-se à turba enfurecida de cidadãos que se reuniu em Éfeso para protestar contra os efeitos do ministério de Paulo. Na maioria das vezes, porém, o termo tem uma aplicação mais sagrada e refere-se àqueles que Deus tem chamado para fora do pecado e para dentro da comunhão do seu Filho Jesus Cristo e que se tornaram “concidadãos dos santos e da família de Deus” (Ef 2.19). Ekklêsia é sempre empregada às pessoas e também identifica as reuniões destas para adorar e servir ao Senhor.

a) O corpo de Cristo. O Senhor Jesus Cristo deixou este mundo há mais de vinte séculos; ele, entretanto, ainda está no mundo. Com isso, queremos dizer que a sua presença é sentida por meio da Igreja, que é o seu corpo. Assim como Ele viveu a sua vida natural na terra em um corpo humano individual, Ele também vive a sua vida mística em um corpo tomado da raça humana em geral. Na conclusão dos Evangelhos, não escrevemos: “Fim”, mas “Continua”, porque a vida de Cristo continua a ter expressão por meio dos seus discípulos, como se evidencia no livro de Atos dos Apóstolos e pela subsequente história da Igreja (Mt 10.40; Jo 20.21 ). 

Antes de partir da terra, Cristo prometeu assumir esse novo corpo; entretanto, usou outra ilustração: “Eu sou a videira, vós as varas [...]” (Jo 15.5). O uso dessa ilustração faz lembrar que a Igreja é um organismo, e não meramente uma organização. Uma organização é um grupo de indivíduos voluntariamente associados com um propósito especial, tal como uma organização fraternal ou um sindicato. Um organismo é qualquer coisa viva que se desenvolve pela vida inerente. Usado figuradamente, significa a soma total das partes entrelaçadas, nas quais a relação mútua entre elas implica uma relação do conjunto. Desse modo, um automóvel poderia ser considerado uma “organização” de certas peças mecânicas; o corpo humano é um organismo porque é composto de muitos membros e órgãos animados por uma vida comum. 

b) O templo de Deus. Em 1 Pedro 2.5,6, temos um exemplo clássico de templo, um lugar em que Deus, que habita em toda parte, localiza-se a si mesmo em determinado lugar, onde o seu povo possa achá-lo “em casa” (Êx 25.8; 1 Rs 8.27). Assim como Deus “morou” no Tabernáculo e no Templo, assim também vive, pelo seu Espírito, na Igreja (Ef 2.21,22; 1 Co 3.16,17). A palavra “templo” é usada em 1 Coríntios 3.16 para indicar a assembleia inteira. Juntas, cada assembleia é o templo, porquanto Deus Pai, Cristo e o Espírito Santo estão nelas. Nesse Templo espiritual, os cristãos, como sacerdotes, oferecem sacrifícios espirituais, sacrifícios de oração, louvor e boas obras. 

c) A noiva de Cristo. Essa é uma ilustração usada tanto no Antigo quanto no Novo Testamento para descrever a união e a comunhão de Deus com o seu povo (2 Co 11.2; Ef 5.25-27; Ap 19.7; 21.2; 22.17). É usada particularmente no tocante à ansiedade da noiva a preparar-se para o casamento, pelo que também se reveste de um forte tom de esperança quanto ao futuro. É também usada para indicar a Igreja, pois, embora estejamos esperando uma relação mais íntima com Cristo quando Ele voltar à terra, temos uma relação íntima com Ele desde agora (Ef 5.25-32). O relacionamento do matrimônio é usado para ilustrar o amor e o cuidado de Cristo pela Igreja, bem como a devoção e a fidelidade da Igreja a Cristo. Devemos lembrar, porém, que é somente uma ilustração e que não se deve forçar a sua interpretação. O propósito do símbolo é apenas iluminar um determinado lado da verdade, e não o de prover o fundamento para uma doutrina

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                    II.    AS PROMESSAS DE DEUS PARA A IGREJA 

1.   Promessa de vida eterna    -   A vinda de JESUS deve ser a memória cristã sempre atual e atuante em nossos dias.

Esperar a hora e o dia é ser sábio e prudente, pois os sinais da volta de JESUS são claros e cada dia mais são espantosos pelo seu cumprimento das escrituras; quanto ao dia do Senhor, ou da ira de DEUS, ainda acontecerá após o arrebatamento e então com a ida do ESPÍRITO SANTO ao encontro de JESUS, conduzindo sua noiva, a igreja, nesta oportunidade o Anticristo se manifestará, seu intento é destruir os judeus e tudo o que nomeia DEUS. O fim do governo do Anticristo acontecerá na batalha do Armagedom e consequente derrota de seus exércitos por CRISTO e Seu poder. Ainda nesta lição veremos como tratar com os desordeiros e falsos mestres que se infiltram na igreja.

A metáfora sobre o ladrão de noite significa que o tempo do início do Dia do Senhor é incerto e imprevisto. Não há maneira de prever a sua data (ver Mt 24.42-44).

A advertência de CRISTO aos seus discípulos para estarem sempre apercebidos para a sua vinda, por não saberem quando ela se dará, cremos ser uma referência à volta de CRISTO, vindo do céu, para tirar do mundo os santos da Igreja, i.e., o arrebatamento (ver Jo 14.3). (1) JESUS afirma claramente que sua vinda para levar os santos antes da tribulação será numa ocasião inesperada. Ele não somente declara que eles não sabem a hora (v. 42), mas também que Ele voltará à hora em que não pensais (v. 44). Isto indica claramente que haverá surpresa, espanto, e que os fiéis não saberão o momento certo da sua vinda. Assim sendo, para os santos da igreja, JESUS virá num momento inesperado (v. 44). Isto claramente fala de surpresa, pasmo e rapidez nesta específica fase da vinda de CRISTO. Este evento é chamado de primeira fase da segunda vinda de CRISTO. (2) Quanto à vinda de CRISTO com poder e grande glória, para julgar o mundo depois da tribulação (v. 30; Ap 19.11-21), ela será aguardada  e prevista. O cumprimento dos eventos e sinais durante a tribulação suscitará nos santos a certeza e a expectativa da ocasião da volta de CRISTO, ao passo que os santos da igreja dos dias atuais terão surpresa por ocasião do seu arrebatamento (ver 24.44; Jo 14.3). A vinda de CRISTO depois da tribulação é comumente chamada a segunda fase da vinda de CRISTO.


2.   Promessa de Poder    -    Jesus sabia que, após a sua ascensão aos céus, os seus seguidores, que formariam a sua Igreja, enfrentariam desafios indescritíveis em termos de oposições, perseguições, violência, prisões, torturas e mortes e que iriam necessitar de força e poder sobrenaturais para ficarem firmes e não negarem o seu nome e nem deixarem de procurar cumprir a missão que lhes fora dado, a saber, pregar o Evangelho “por todo o mundo” e “a toda a criatura”. Por isso, antes da sua partida, retornando aos céus, Ele instrui os seus discípulos (ver At 1.4,5). 

Dias antes desse encontro, Jesus determinou-lhes que não começassem a evangelizar logo depois do seu retorno aos céus, mas disse: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Esse revestimento de poder era o que fora predito pelo profeta Joel, 800 anos antes de Cristo (Jl 2.28). 

Após a promessa do batismo com o Espírito Santo, em Atos 1.5, os seus discípulos ficaram curiosos e perguntaram-lhe sobre quando tais coisas aconteceriam. “Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.6-8).


3.   A promessa da glorificação do nosso corpo    -   João, o apóstolo do amor, teve essa revelação gloriosa sobre o futuro dos crentes, ou seja, da Igreja: se formos fiéis “até à morte”, não somente crendo, mas também obedecendo a Deus e buscando uma vida de santificação: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purificase a si mesmo, como também ele é puro” (1 Jo 3.2,3).

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                III.    CONDIÇÕES PARA VIVER AS PROMESSAS DE DEUS 

1.   É preciso crer    -    Já vimos no capítulo anterior que a Palavra de Deus não falha (1 Rs 8.56; Js 23.14). Também vimos que Deus vela pelo cumprimento da sua Palavra. A Jeremias, o profeta, Deus fez uma declaração solene sobre como Ele cumpre a sua Palavra (Jr 1.11,12). Mas, para que, na Igreja, os crentes vejam, no presente ou no futuro, o cumprimento das promessas de Deus, há condições a serem atendidas, observadas e cumpridas.

A fé em Deus e nas suas promessas é condição indispensável para ver o cumprimento da sua vontade na vida de qualquer pessoa. Abraão foi chamado de “o pai na fé”. Ele recebeu a promessa de que seria pai de uma grande nação e que a sua descendência seria como as estrelas do céu quando já estava com 99 anos, e a sua esposa, Sara, era estéril (Gn 17.1-8). Quando Abraão tinha 100 anos, nasceu Isaque, causando admiração a todos que souberam desse fato (Gn 21.5). A sua fé foi reconhecida por Deus de forma muito marcante (ver Rm 4.1-3).


2.   É preciso ser fiel    -    A fidelidade a Deus não pode ser temporária. Por toda a vida, os seus servos precisam ser fiéis. Disse o sábio: “Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração” (Pv 3.3). A Bíblia tem exemplos de servos de Deus que foram fiéis em toda a vida: Moisés foi testemunhado por Deus por causa de sua fidelidade: “Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa” (Nm 12.7); Jó, em toda a sua luta, sem saber que era alvo da malignidade do Diabo, que lhe tirou os seus bens, filhos e saúde, manteve-se fiel (Jó 1.21); Daniel, mesmo sabendo que poderia ser lançado na cova dos leões, foi fiel ao Senhor (Dn 6.9,10). Jesus diz em Apocalipse: “[...] Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10c).


3.    É preciso obedecer a Deus    -    Deus não requer sacrifício de tolo. Não adianta sacrificar-se, se não tivermos constante obediência, enfim, primeiramente Deus exige que tenhamos amor e obedeçamos.

Levando para os nossos dias, pois Cristo foi nosso sacrifício vivo, que por uma só vez nos remiu* e hoje somos santificados e salvos por Ele.

"Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; não te deleitaste em holocaustos e oblações pelo pecado. Então eu disse: Eis-me aqui (no rol do livro está escrito de mim) para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tendo dito acima: Sacrifício e ofertas e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem neles te deleitaste (os quais se oferecem segundo a lei); agora disse: Eis-me aqui para fazer a tua vontade. Ele tira o primeiro, para estabelecer o segundo. É nessa vontade dele que temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez para sempre" (HEBREUS 10:5-10);

Cerimônias religiosas ou rituais são vazios, a menos que apresentados com atitude de amor e obediência.

Pois o sacrifício era um ritual que demonstrava a comunhão entre o homem e Deus.
"Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção" (HEBREUS 9:12).                                                                         Davi disse: "Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste" (Salmos 40:6). Cria que Deus cuidava dele, desde que fosse constante no serviço da obra de Deus em sujeição.

"Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus" (SALMOS 40:17).

Deus havia estabelecido um sistema de sacrifícios para encorajar Israel a obedecer-lhe alegremente. Ele exigiu que o povo fizesse esses sacrifícios não porque os sacrifícios o agradavam, mas porque faziam o povo reconhecer seus pecados e voltar-se para Deus.

Depois de algum tempo, os israelitas continuaram a oferecer fielmente os sacrifícios, mas se esqueceram da razão pela qual o faziam, e passaram a desobedecer a Deus. Conseqüentemente, os israelitas pagariam o preço por sua desobediência e pensar que seus sacrifícios eram suficientes, com isto foram cativos, por serem rebeldes.






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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2. 

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         BIBLIOGRAFIA


Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias

Livro de apoio, As Promessas de Deus - Elinaldo Renovato, Ed. CPAD

Dicionário Bíblico Wycliffe

https://casadosenhor.com.br/estudos/estudo/341/Obedecer-e-Melhor-Do-Que-Sacrificar


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