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| Pb. Junio - Congregação Boa Vista II |
TEXTO ÁUREO
"Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus." ( Jo 3.3)
VERDADE PRÁTICA
A regeneração é a transformação operada pelo Espírito Santo, pela qual o pecador se torna uma nova criatura.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: João 3.1-8
INTRODUÇÃO
A regeneração é a obra inicial do Espírito Santo na aplicação da salvação, pela qual o pecador espiritualmente morto é vivificado e transformado em uma nova criatura. Não se trata de uma mera mudança exterior, mas de uma transformação operada internamente pelo Espírito, que purifica dos pecados e concede nova natureza, e que não depende de obras meritórias, mas da graça divina Jo 1.12-13; Tt 3.5). O "nascer de novo” ou “nascer do alto” expressa essa nova criação de natureza espiritual (1 Pe 1.23). A regeneração é obra invisível, mas real, como o vento que não se vê, mas que se sente e produz efeitos (Jo 3.8). Essa metáfora destaca tanto a soberania do Espírito, que atua livremente no coração humano, quanto a profundidade da mudança produzida na vida de um convertido. Esse capítulo apresenta o Espírito Santo operando no plano trinitário da salvação, como o agente da regeneração. Sua atuação revela o milagre divino que transforma a natureza humana decaída, concedendo nova vida em Cristo.
Nicodemos defendeu JESUS perante o Sinédrio invocando a Halachá.
A lei judaica, ou Halachá, exige que o réu seja ouvido antes de qualquer julgamento ou decisão. Este princípio, conhecido como "audição do réu", é fundamental na justiça judaica e assegura que todas as partes envolvidas em uma disputa tenham a oportunidade de apresentar seus argumentos e evidências.
Elaboração:
A Halachá, ou lei judaica, é um sistema legal abrangente que se baseia na Torá e no Talmud. O princípio da "audição do réu" (também conhecido como direito de defesa ou devido processo legal) é um dos fundamentos da justiça judaica, garantindo que o réu tenha a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos e se defender antes de qualquer decisão judicial.
Este princípio é expresso de várias maneiras na Halachá, incluindo:
· Direito à defesa:
O réu tem o direito de contratar um advogado, apresentar testemunhas e argumentos, e questionar as evidências apresentadas contra ele.
· Ouvir o réu:
Juízes e tribunais são obrigados a ouvir o réu e considerar suas palavras e argumentos antes de tomar qualquer decisão.
· Justiça e equidade:
A lei judaica busca garantir que o processo judicial seja justo e equitativo, considerando todas as partes envolvidas.
· Imparcialidade:
Os juízes devem ser imparciais e não mostrar preconceito contra o réu.
Além disso, a Halachá enfatiza a importância da misericórdia e do perdão. O objetivo final da lei judaica não é apenas a punição, mas também a reconciliação e a restauração da justiça.
Portanto, a "audição do réu" na lei judaica é mais do que apenas um procedimento legal; é um princípio ético e moral que visa garantir a justiça e o tratamento justo de todas as pessoas envolvidas em um processo judicial.
I. REGENERAÇÃO: UMA OBRA TRINITÁRIA
1. A doutrina bíblica da Regeneração - "O novo nascimento no Evangelho de João – morrer para a descendência de Adão (semente do pecado), nascer para a descendência de DEUS (nascer da Palavra de DEUS – esta é semente).Encontramos a única menção explícita ao novo nascimento na conversa de JESUS com Nicodemos (3.1-21). JESUS fala a Nicodemos: 'Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS' (v. 3). A réplica de Nicodemos: 'Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura, pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer?' (v. 4), indica que ele entendeu o comentário de JESUS na esfera humana, física. A interpretação errônea de Nicodemos fornece a JESUS a oportunidade de esclarecer o que queria dizer. Ele fala da necessidade de um novo nascimento espiritual, não de um segundo nascimento físico (vv. 6-8). A interpretação errônea e o esclarecimento resultante dela são refletidos em um jogo de palavras no versículo 3 (repetidas no v. 7). A palavra grega aõthen, traduzida por 'novo', na NVI, pode querer dizer 'de novo' ou 'de cima'. Contudo, o fato de Nicodemos entendê-la com o sentido de 'de novo' leva-o a concluir que JESUS fala de um segundo nascimento físico, mas a resposta de JESUS, registrada nos versículos 6-8, mostra que Ele se refere à necessidade de um nascimento espiritual, um nascimento 'de cima'. Esse novo nascimento não é resultado de nenhum ato humano, só a fé ao ouvir a pregação do evangelho(cf. v.6), a seguir vem a obra do ESPÍRITO SANTO (v. 8). É necessária a atividade sobrenatural do ESPÍRITO de DEUS para realizar esse novo nascimento espiritual no indivíduo. Ele não consiste apenas em percepção ou compreensão mais excelente, mas na completa transformação do indivíduo (cf. 2 Co 5.17)"
Tt 3.5 O novo nascimento significa regeneração
3.5 A LAVAGEM DA REGENERAÇÃO. Isto se refere ao novo nascimento do crente, ÁGUA – PALAVRA + ESPÍRITO SANTO
Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de DEUS, viva, e que permanece para sempre. 1 Pedro 1:23 (grifo nosso)
Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do ESPÍRITO SANTO, Tito 3:5 (grifo nosso)
Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Efésios 5:26 (grifo nosso)
Visto como na sabedoria de DEUS o mundo não conheceu a DEUS pela sua sabedoria, aprouve a DEUS salvar os crentes pela loucura da pregação. 1 Coríntios 1:21 (grifo nosso)
Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o ESPÍRITO SANTO da promessa; Efésios 1.13 ouviu + creu = salvo. A "renovação do ESPÍRITO SANTO" refere-se à outorga constante da vida divina aos crentes à medida que se submetem a DEUS (cf. Rm 12.2).
Na conversa com Nicodemos, Jesus faz um contraste entre o nas cimento físico “da carne” (gr. ek sárx) e o nascimento espiritual “do Espírito” (gr. ekpneâma), revelando que a regeneração é uma obra sobre natural Jo 3.6). Jesus explica que o “nascer de novo” é algo espiritual Jo 3.5) — uma segunda origem, não humana — um renascimento a partir do alto, isto é, de Deus. A Teologia Sistemática Pentecostal ensina que a expressão “de novo”, de acordo com o texto original, significa “nas cer do alto, de cima, das alturas”.1 Isso quer dizer que se trata de uma obra realizada pelo Espírito. Nesse sentido, Paulo ensina que somos salvos “pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5b).
Aqui, “regeneração” (gr. palingenesia) significa “novo nascimento” e está intimamente ligada à conversão. Ratifica-se que se trata de renovação interior realizada pelo Espírito, ocasião em que a pessoa se torna uma nova criatura (2 Co 5.17). O pastor Antonio Gilberto afirma que “enquanto a regeneração enfatiza o nosso interior, a conversão, o nosso exterior. Quem diz ser nas cido de novo deve demonstrar isso no seu dia-a-dia”.2 Não é uma mera reforma moral, mas uma recriação plena do ser humano.
2. A Regeneração como exigência de Jesus - Cristo declarou que “aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” Jo 3.3). F. F. Bruce explica que “nesse Evangelho, bem como nos outros, ‘ver o Reino de Deus’ nesse sentido é a mesma coisa que a ‘vida eterna’ [...] A ‘regeneração’ é outro sinônimo (Mt 19.28). Porém, Jesus fala de uma regeneração a ser experimentada aqui e agora”. A expressão “ver o Reino” é paralelo à frase “entrar no Reino” Jo 3.5), evidenciando que não há participação na salvação sem o novo nasci mento. Equivale dizer que a regeneração é absolutamente necessária.3 Nos Sinópticos, Jesus reforça essa exigência ao declarar: “se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus” (Mt 18.3).
Nesse sentido, Henry salienta que a conversão significa “ter uma outra mentalidade, em uma outra estrutura e sentimento; devem ter outros pensamentos, tanto de si mesmos como do Reino dos céus, antes de estarem aptos a ocupar um lugar nele”. A regeneração/conversão é a porta de entrada no Reino, a obra inicial da graça que principia a transformação do pecador. A ideia é mudança radical de caráter e de total dependência de Deus (1 Co 6.9-11).
No milagre do novo nascimento, há fé e arrependimento (Mt 4.17). Implica o abandono da velha vida, do egoísmo e do controle da carne, pela adoção de um novo comportamento de santidade e obediência a Cristo.5 O ser uma nova criatura é uma exigência absoluta, uma condição essencial para a salvação (G1 6.15). Aponta para uma nova ordem de existência, criada por Deus, não apenas melhorada. Essa “nova criação” é a evidência visível de que houve regeneração. Por essa razão, a pregação apostólica priorizava o chamado ao arrependimento e à fé (Mc 6.15; At 20.21), colocando a regeneração no centro da proclamação.
3. O Pai como autor da Salvação - A expressão eleição significa “escolha”, e predestinação tem o sentido de “determinar antes”. Esses vocábulos ligados entre si explicam que, pela presciência divina, Deus soube de antemão quem iria crer e perseverar em Cristo desde a eternidade e elegeu-os conforme a sua vontade e, para esses eleitos, determinou propósitos específicos (1 Pe 1.2). Elucida que Deus elegeu a Igreja desde a eternidade, antes da fundação do mundo, segundo a sua presciência. Desse modo, a eleição “inclui a previsão de Deus quanto àquilo que o homem irá fazer com a sua própria liberdade, mas depende, para sua realização, da graça soberana de Deus”. Nesse sentido, não há nenhum conflito entre a soberania de Deus e a liberdade humana.
Assim sendo, o amor divino é a fonte primária da salvação — não condicionado às obras dos homens, mas oferecido por graça divina, mediante a fé em Cristo (Ef 2.8-9). Essa verdade gloriosa exalta o Pai como a fonte de toda boa dádiva e o autor da nova vida concedida ao crente (Tg 1.17-18). Doutrinariamente, isso preserva o sinergismo da salvação. A regeneração é iniciativa de Deus, a fé e o arrependimento são frutos da graça preveniente que possibilita ao homem responder positivamente ao chamado divino (Fp 1.29; At 11.18).
4. O Espírito como agente da Regeneração - A nova criação, que Paulo em Efésios expressa como “criados em CRISTO JESUS” (Ef 2.10), é levada a efeito pela ação do ESPÍRITO SANTO: “nascer do ESPÍRITO” (Jo 3.5,6). O ESPÍRITO SANTO opera o novo nascimento e nos concede uma nova vida em CRISTO (Tt 3.5). E, após o novo nascimento, o mesmo ESPÍRITO habita na nova criatura operando outras obras: capacitação, fruto, ajuda, santificação e tantas outras. Como o próprio Senhor disse: o ESPÍRITO está com os discípulos de CRISTO e vive com os Seus discípulos (Jo 14.16-17).
Revista Betel Dominical, 4º Trimestre de 2017, Lição 5:”Assim como o ESPÍRITO SANTO desempenhou um papel na criação (Gn 1.2) a regeneração é Obra do ESPÍRITO SANTO no íntimo das pessoas. Como o Senhor JESUS CRISTO foi gerado pelo ESPÍRITO SANTO, assim, pela operação do mesmo ESPÍRITO, somos “feitos filhos de DEUS” (Jo 1.12). Como já visto anteriormente, antes do novo nascimento, o ser humano está, espiritualmente, morto em ofensas e pecados. A regeneração é DEUS agindo em favor do homem: “E porei em vós o meu ESPÍRITO, e vivereis…” (Ez 37.14). O ESPÍRITO SANTO é o ESPÍRITO de Vida (Rm 8.2). Logo, o novo nascimento não é somente uma doutrina, mas uma realidade”.
O texto descreve o Espírito Santo como o executante da regeneração. Isso indica que, onde o Espírito opera, ocorre transformação interna e espiritual. O Espírito não apenas desperta, mas implanta vida Jo 6.63). O resultado dessa nova vida é evidenciado pelo fruto do Espírito (G1 5.22-23), que é o caráter de Cristo formado no crente (Rm 8.29). Essa obra é contínua, pois o mesmo Espírito que regenera, também santifica e preserva o crente até o final (Fp 1.6; Rm 8.11).
II. A NATUREZA ESPIRITUAL DA REGENERAÇÃO
1. Uma transformação interior - A capacitação divina
Essa transformação interior acontece por meio de três recursos fundamentais que a nova aliança nos oferece.O primeiro é o novo nascimento. Em Cristo, recebemos um novo coração e um novo espírito. Deixamos de ser apenas criaturas e passamos a participar da natureza divina, revestindo-nos de uma nova identidade. Como escreve Paulo: “[…] se revestiram da nova natureza que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que a criou” (Colossenses 3.10).
O segundo é a presença do Espírito Santo. Ele habita em nós e opera continuamente para nos conformar à imagem de Jesus. É o Espírito quem nos transforma de glória em glória, como Paulo afirma: “E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, que é o Espírito” (2 Coríntios 3.18).
O terceiro é a Palavra de Deus, que agora está gravada em nosso interior. A voz divina, antes ouvida de fora, passa a ecoar dentro de nós, guiando, corrigindo e moldando o coração. A obediência deixa de ser resultado de imposição e se torna fruto de comunhão.
A transformação é um processo
Embora o novo nascimento marque o início dessa mudança, a transformação é progressiva. A vida cristã é um caminhar constante de amadurecimento e rendição. Somos desafiados a abandonar padrões antigos e a permitir que Cristo forme em nós sua própria natureza. Esse processo exige perseverança, sensibilidade ao Espírito e disciplina para permanecermos firmes na fé.
Paulo descreve esse amadurecimento como um avanço até a plena estatura de Cristo: “Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de pessoa madura, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13).
O caminho da transformação passa por aprender a pensar como Cristo pensa e a agir como Ele agiu. “Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus” (Filipenses 2.5), escreveu o apóstolo. E Pedro reforça: “Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando exemplo para que vocês sigam os seus passos” (1 Pedro 2.21). A vida do Filho se torna o padrão e o modelo de todo aquele que é nascido de Deus.
2. Uma obra soberana do Espírito - A construção gramatical do texto grego (ek hydõr kai pneüma) forma uma ideia unificada — indicando que “água” e “Espírito” não são dois nascimentos distintos, mas aspectos complementares de um mesmo ato regenerador. Essa metáfora da água é recorrente nas Escrituras e aponta para limpeza e purificação do pecado (Ef 5.26; Hb 10.22). Água, sobretudo no Evangelho de João, é símbolo do Espírito Jo 7.37-39). Jesus está retomando a linguagem profética de Ezequiel, em que Deus promete purificar Israel com água limpa e colocar neles um novo espírito (Ez 36.25-27). O Espírito Santo é o agente que concede essa nova vida, capacitando o homem a viver em comunhão com Deus (2 Go 3.6).
Aqui, água e Espírito formam um par inseparável — purificação e vivificação — para descrever a regeneração. Cristo também compara a ação do Espírito com o vento (gr. pneüma), termo que no hebraico (ruach) tem o mesmo campo semântico. As sim como o vento sopra onde quer (Jo 3.8), o Espírito age livremente, sem depender de controle humano ou de rituais externos (1 Co 2.11- 12). Isso reforça e harmoniza a revelação bíblica: no Antigo Testamento, Deus prometeu tirar o “coração de pedra” e dar um “coração de carne” (Ez 36.26), colocando seu Espírito para capacitar à obediência. No Novo Testamento, Paulo descreve o mesmo processo como “lavagem da regeneração e renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5).
Por conseguinte, “nascer da água e do Espírito” significa uma transformação espiritual completa: ser purificado dos pecados e receber renovação interior pelo poder do Espírito (Ef 3.16; 5.26). Essa mudança não pode ser produzida pela carne. E um ato soberano do Espírito que age de acordo com a vontade eterna do Pai (Ef 1.4-5). Somente a ação divina é capaz de renascer o homem espiritualmente. Aquele que nasce do Espírito torna-se nova criatura (2 Co 5.17), com uma natureza renovada (Cl 3.10) e um coração transformado (Ez 36.26-27). Passa a ter uma nova vida e uma nova identidade.
3. Uma nova vida e nova conduta - Como ensinou Jesus, aquele que nasce apenas da natureza humana permanece limitado àquilo que é da carne; mas quem nasce pela ação do Espírito Santo recebe uma nova natureza espiritual Jo 3.6). Conforme F. F. Bruce, o ensino se refere a uma “antítese entre o campo de ação da carne e o do Espírito”. A expressão “carne” (gr. sárx) não diz respeito apenas ao “corpo”, mas indica a condição humana na sua limitação e incapacidade de comunhão com Deus Jo 1.13; 6.63). O vocábulo “Espirito” (gr. pneuma) assinala nova origem e nova ordem de existência. Essa distinção enfatiza que nada da carne pode produzir vida espiritual. As “obras da carne” descrevem a produção natural da velha natureza, tais como imoralidades, inimizades e heresias (G15.19-21).
Aquele que é nascido da carne permanece dominado pela natureza pecaminosa. A Escritura revela que tanto a inclinação como o pensamento da carne são inimizade contra Deus (Rm 8.7). A tendência da carne é voltada para o pecado. E quem está “na carne” não pode agradar a Deus (Rm 8.8). Não obstante, todo aquele que vive no Espírito já está sob nova jurisdição (Rm 8.6b). Ratifica-se que não se trata de uma mera reforma comportamental; mas de fato uma vida nova (Jo 3.5-8; Tt 3.5). A antiga identidade “em Adão” dá lugar à identidade “em Cristo” (1 Co 15.22; Rm 8.1). O domínio da carne é vencido pela vida cheia do Espírito (G1 5.16). O pecado deixa de ser a prática dominante (1 Jo 3.9).
O caráter de Cristo emerge em contraste com as obras da carne (G15.22). O Espírito gera nova vida com fruto espiritual (G1 5.22). Ao nascer do Espírito, o crente passa a viver sob uma nova condição de ordem espiritual. O salvo passa a viver em novidade de vida (Rm 6.4), não uma continuidade melhorada, mas um novo modo de existir. Torna-se uma nova criatura, com uma nova mentalidade, novos desejos e nova direção de vida (Ef 4.22-24). Essa nova vida se evidencia na prática da justiça, no amor fraternal, no desejo pela Palavra e na obediência a Cristo — que são marcas da regeneração genuína (1 Jo 3.9).
III. SINAIS DO NOVO NASCIMENTO EM CRISTO
1. A Justificação pela fé - A doutrina da justificação pela fé é a grande verdade que a Re forma Protestante restituiu à Igreja. Lutero vivia atormentado com o seguinte raciocínio: “Se Deus julga o homem de acordo com a sua estrita justiça, quem poderá ser salvo?”. Em certa ocasião, ele escreveu: “Eu era o homem mais miserável da terra. Dia e noite eram gritos e desespero, e ninguém podia ajudar-me”.13 E, foi somente após compreender o texto “o justo viverá dá fé” (Rm 1.17) que Lutero encontrou alívio para sua alma. A doutrina da justificação pela fé ensina que o pecador é justificado (absolvido da condenação do pecado) unicamente pela fé na graça divina. Ratifica que as obras humanas não podem salvar, mas apenas a fé em Cristo por meio da recepção da graça de Deus (Ef 2.8-9).
Ao descrever a ação divina para justificar pecadores, os termos usados na Bíblia apontam para o contexto judicial e forense. Em outras palavras, Deus torna livres os pecadores condenados e os declara plenamente justos e isentos de toda culpa, mediante a fé na obra de Cristo na cruz. Quanto a essa verdade, o Novo Testamento jamais afirma que a justificação é “dia pistin” (“em troca da fé”), mas sempre “dia pisteos” (mediante a fé). Isso significa que a fé não é meritória, ou seja, a fé é o meio de se receber a justificação. Desse modo, a justificação pela fé está atrelada à graça divina.
Lutero, ao receber a paz que vem me diante a fé, escreveu: “Finalmente compreendi que a justiça de que fala o evangelho é aquela pela qual Deus, em sua graça, nos justifica. Imediatamente senti que renascia para uma nova vida”.14 Em síntese, pela fé em Cristo, o pecador é justificado, e recebe uma nova posição diante de Deus, não por mérito pessoal, mas pela obra redentora do Calvário (Rm 3.24,28). O crente não é apenas per doado, mas é declarado justo diante de Deus, isto é, absolvido da culpa e da condenação do pecado (Rm 4.7-8). Essa dádiva é recebida somente por meio da fé, como resposta à graça de Deus revelada em Cristo (Rm 3.22). Os efeitos da justificação pela fé incluem a paz com Deus (Rm 5.1) e a adoção como filhos amados do Pai Jo 1.12).
2. A vida de Santificação - O Novo Dicionário de Teologia leciona que “santificação” é um ter mo técnico de ritual de culto. Apresenta a ideia tanto de limpeza (Êx 19.10,14) quanto de consagração e dedicação a Deus (Êx 19.22; Dt 15.19; 2 Sm 8.11; Is 13.3). A palavra hebraica “qadash”, traduzida por “santo”, possui o significado básico de separação do uso comum para uso exclusivo ao serviço de Deus. Contudo, o significado de santifica ção e santidade se estende além do ritual para a esfera moral. No Novo Testamento, o termo grego mais comum traduzido por “santo” é “hagios”. No singular, é usado com o adjetivo para descrever Deus e o seu o Espírito. No plural, é empregado como substantivo para referir-se ao povo de Deus.
' O verbo “hagiazo” é utilizado no sentido ritual de separar algo dentre o que é comum para a utilização com propósitos sagrados (Mt 6.9; Jo 10.39; 1 Pe 3.15). A expressão “hagnos” se refere particularmente a pureza no sentido ético. Em ter mos gerais, “a obra da santificação é a separação de tudo que é contrário à pureza do Espírito”. A Teologia Sistemática Pentecostal define que santificar é “pôr à par te, separar, consagrar ou dedicar uma coisa ou alguém para uso estritamente pessoal”. Assim, “santo” é todo crente que vive no domínio exclusivo de Deus, separado do pecado e das práticas mundanas pecaminosas. E exatamente o contrário do crente que se mistura com as coisas tenebrosas do pecado.
A partir da regeneração/conversão, inaugura-se o processo contínuo de santificação, isto é, uma vida separada do pecado e consagrada à obediência, até a sua glorificação final no Dia de Cristo (2 Co 3.18). O crente passa a viver segundo o Espírito, e não mais como escravo da carne (1 Ts 4.3-4). Conforme abordado no capítulo anterior, a santificação apresenta aspectos posicionais e progressivos, à medida que o crente avança em maturidade espiritual e se torna mais semelhante a Cristo (1 Pe 1.15-16). E Sim, podemos ser santos! Deus é santo e espera que seus seguidores sejam santos. Mas como? Primeiro precisamos entender o que é santidade...
Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: "Sejam santos, porque eu sou santo".
- 1 Pedro 1:15-16
O significado de santidade
Ser santo significa ser puro, separado do mal. Deus é santo. Nada de ruim existe nele e tudo nele é perfeito. Em tudo que faz, Deus é justo e fiel.
Para nós, aqui na terra, santidade significa dedicação total a Deus, nos separando pecado. Ser santo significa uma vida dedicada às coisas de Deus, amando a verdade, a justiça e o bem. Santidade é viver de maneira agradável a Deus.
Mas será que isso é possível? O pecado faz parte de nossa natureza humana e estamos longe da perfeição. No entanto, existe uma forma de nos tornarmos santos: através de Jesus! Ele morreu e ressuscitou para nos salvar e purificar de nossos pecados. Quando cremos em Jesus e dedicamos nossa vida a ele, Jesus nos torna puros e santos.
Santidade é ser salvo por Jesus.
Passos para a santificação
Quem é salvo por Jesus é santo, porque sua vida agora é dedicada a Deus. Mas o processo não está completo. Ainda temos uma natureza humana pecadora. Precisamos aprender a lutar contra o pecado e isso se chama santificação.
A Bíblia nos ensina que o primeiro passo é ter um coração voltado para Deus. Quem ama a Deus quer o agradar e obedece a ele. Quanto mais nos dedicamos a Deus, menos felizes vamos ficar com o pecado.
O segundo passo é ler a Bíblia. Ela nos ensina o que é bom e agradável para Deus. A Bíblia nos mostra como viver de maneira santa. Através da Bíblia, podemos aprender a identificar o pecado e a resistir à tentação.
O terceiro passo é aplicar o ensino. Podemos saber tudo sobre a vontade de Deus para nossas vidas, mas se não pusermos em prática, tudo isso é inútil. Com a ajuda de Jesus, precisamos mudar como vivemos.
O que santidade não é
Santidade não é ser superior a outras pessoas. Ninguém é melhor que os outros por orar mais horas ou ler a Bíblia mais. Somos santos pela graça de Deus, não porque fizemos por merecer. Devemos nos esforçar para viver de maneira santa, mas isso não nos dá o direito de desprezar os outros.
Santidade também não é se isolar do mundo. Deus não nos tirou do mundo e precisamos aprender a conviver com a sociedade à nossa volta. Mas é como interagimos com o mundo que vai marcar a diferença. Somos chamados para sermos luz em um mundo de trevas.
E mais, santidade não é ser sem graça. Há muito espaço para a alegria e a diversão na vida com Jesus! Novamente, é como nos alegramos é que é importante. A vida de santidade tem alegrias especiais que não podem ser conhecidas por quem está no pecado.
Por fim, santidade não é nunca mais pecar. Enquanto ainda estamos deste lado da eternidade, vamos cometer erros. Mas viver de maneira santa significa reconhecer os pecados e pedir perdão, procurando viver de maneira melhor. Santidade implica humildade e dependência de Deus.
3. O fruto do Espírito - O fruto do Espírito Santo se relaciona com o crescimento espiritual e o desenvolvimento do caráter do cristão. Refere-se à nova vida em Cristo, ao modo de andar e proceder daqueles que pertencem a Cristo e vivem no Espírito (G1 5.16-18; Ef 5.18). Cristo ensinou que é pelo fruto que se conhece a árvore (Mt 12.33). Desse modo, o verdadeiro cristão é identificado pelo bom fruto que evidencia no seu caminhar diário. E que o contrário, o fruto mau — a prática das obras da carne (Cl 5.19-21) , denuncia que a pessoa ainda não experimentou a genuína regeneração. O Comentário de Aplicação Pessoal anota que “os crentes exibem o fruto do Espírito, não porque eles trabalham nele, mas simplesmente porque o Espírito controla as suas vidas”.20 Paulo observa que “o me lhor antídoto contra o veneno do pecado é andar no Espírito, estar em íntima sintonia com as coisas espirituais, dedicar-se às coisas da alma, que é a parte espiritual do homem”.
Por que “fruto do Espírito” e não “frutos do Espírito”?
É interessante notar que quando o apóstolo fala dessas capacitações ele utiliza o singular, “fruto do Espírito”, ao invés do plural, “frutos do espírito”. Já quando ele escreve sobre as práticas pecaminosas, ele utiliza o plural, “as obras da carne”.
Muitas especulações já foram feitas na tentativa de explicar o porquê disto. A melhor de todas elas defende que isso acontece porque, diferentemente das obras da carne, o fruto do Espírito é uma unidade. Isso significa que todas as capacitações pertencem a um único fruto.
Não somos nós que produzimos esse fruto, mas o Espírito Santo que o produz em nós. Ele assim o faz de um modo em que uma virtude está diretamente ligada a outra. Por tanto, essas virtudes são indivisíveis e juntas formam “o fruto”. Pense em cada virtude como sendo gomos de um mesmo fruto.
Também facilita o nosso entendimento quando conseguimos entender que o amor é à base de todas as outras virtudes citadas. Se não houver amor, é impossível que se tenha verdadeira alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Podemos dizer que o fruto do Espírito é o amor seguido necessariamente pelas outras oito preciosas virtudes citadas.
Essa não foi a única vez em que o apóstolo utilizou uma metáfora relacionada à produção agrícola para se referir a conduta esperada dos verdadeiros cristãos (Romanos 6:22; Efésios 5:9; Filipenses 1:11). Encontramos também em outras passagens bíblicas o mesmo princípio. Um exemplo disto é a pregação de João Batista que enfatizava que o arrependimento verdadeiro produz fruto visível de mudança de comportamento (Mateus 3:8; Lucas 3:8).
A descrição do fruto do Espírito
Como já dissemos, imediatamente após descrever as obras da carne, o apóstolo Paulo descreveu o fruto do Espírito. O apóstolo apresentou a seguinte relação representativa como sendo o fruto do Espírito:
Amor
O amor é a base para todas as outras virtudes (cf. 1 Coríntios 13; Efésios 5:2; Colossenses 3:14). No mesmo capítulo 5 de Gálatas, Paulo já havia enfatizado a importância e necessidade do amor na vida dos verdadeiros cristãos (Gálatas 5:6,13).
Paulo não foi o único a enfatizar a prioridade do amor na vida dos santos. O apóstolo João escreveu que “aquele que não ama não conhece a Deus” (1 João 4:8; cf. 3:14; 4:19). O apóstolo Pedro também ressaltou esse princípio em sua primeira epístola (1 Pedro 4:8). Claro que tudo isto reflete o ensino do próprio Jesus, onde Ele pessoalmente ensinou que seus discípulos seriam conhecidos pelo amor demonstrado (João 13:34,35).
Alegria
A alegria é uma consequência direta do amor. Essa não é uma alegria superficial, nem mesmo significa a ausência de aflições e dificuldades. Essa alegria é aquela que o apóstolo Pedro escreveu dizendo que é “inefável e gloriosa” (1 Pedro 1:8).
Essa alegria também é a mesma que o apóstolo Paulo sentia ao dizer: “entristecidos, mas sempre alegres” (2 Coríntios 6:10). A alegria produzida pelo Espírito Santo em nós, faz com que nos alegremos mesmo diante da dor, pois somos capazes de compreender que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28).
Paz
No livro de Salmos aprendemos que aquele que ama a Lei de Deus possui grande paz (Salmos 119:165; cf. 29:11; 37:11; 85:8). Resultante do amor, essa paz é a marca de um coração sereno. ela é uma tranquilidade experimentada verdadeiramente apenas por aqueles que são justificados mediante a fé (Romanos 5:1).
Quando alcançamos essa paz, inevitavelmente desejamos compartilhá-la, para que outros também a tenham (Mateus 5:9). Pela cruz de Cristo é que hoje temos a genuína paz.
Longanimidade
A longanimidade é a paciência característica de quem foi regenerado, que nos preserva das típicas explosões de ira tão comuns nas obras da carne (Gálatas 5:20). A paciência como fruto do Espírito Santo é fundamentada na confiança de que Deus cumprirá suas promessas. Essa certeza não nos deixa cair em desespero (2 Timóteo 4:2,8; Hebreus 6:12).
Benignidade
Sabemos que nosso Deus manifesta a benignidade (Romanos 2:4; 11:22; cf. Salmos 136:1). No ministério do Senhor Jesus narrado nos Evangelhos, podemos claramente perceber tamanha benignidade demonstrada por Ele para com os pecadores (Marcos 10:13-16; Lucas 7:11-17,36-50; 8:40-56; 13:10-17; 18:15-17; 23:24; João 8:1-11; 19:25-27).
Diretamente resultante do amor, somos aconselhados a demonstrar benignidade. Isso significa que não devemos causar dor a ninguém (Mateus 5:43-48; Lucas 6:27-38).
Bondade
A bondade pode ser traduzida como a generosidade presente no coração e expressa nas ações daqueles que são guiados pelo Espírito. É a excelência moral e espiritual produzida pelo Espírito Santo em nós que nos capacita a zelar pela verdade e pelo que é correto. Essa bondade no leva a rejeitar tudo o que é mal e perverso.
Fidelidade
A fidelidade em algumas traduções aparece traduzida como “fé”. Essa também é uma tradução correta do termo grego utilizado. Porém, devido à clara relação com a bondade e a benignidade citadas anteriormente, a tradução que mais se encaixa ao contexto é “fidelidade” ou “lealdade”.
Analisando a própria Epístola aos Gálatas, podemos perceber que faltava lealdade a muitos membros daquela comunidade cristã, não só para com Paulo (Gálatas 4:16), mas para com o próprio Evangelho (Gálatas 1:6-9; 3:1; 5:7). Assim, fidelidade como fruto do Espírito não apenas se resume à lealdade para com os homens, mas principalmente para com Deus e à sua vontade.
Mansidão
A Mansidão é o oposto da agressividade, da raiva, da violência. Sermos gentis uns para com os outros revela o fruto do Espírito em nós, e nos faz ser imitador do nosso Senhor (Mateus 11:29; 2 Coríntios 10:1).
Domínio próprio
O fruto do Espírito pode ser visto na relação que alguém tem consigo mesmo. O domínio próprio também pode ser traduzido como “temperança”. No sentido original, o termo grego descreve a capacidade de uma pessoa conter-se a si mesma. Exercendo o domínio próprio, submetemos todas as nossas vontades à obediência a Cristo.
A importância do fruto do Espírito
É evidente o contraste entre as obras da carne e o fruto do Espírito. Diante da depravação da natureza humana, sabemos que seria impossível ao homem exercer tais virtudes. É por isso que o Espírito Santo é quem nos capacita a exercê-las. Portanto, demonstrar o fruto do Espírito em nossas vidas não é uma questão de autojustiça ou mérito próprio, mas de submissão à direção e domínio do Espírito Santo.
Em sua exposição sobre o fruto do Espírito, Paulo continua dizendo que “contra tais coisas não existe Lei” (Gálatas 5:23). Com isto ele quer dizer que não há qualquer restrição a esse modo de vida santo caracterizado pelo fruto do Espírito Santo. Além disso, é vivendo assim que desfrutamos da verdadeira liberdade em Cristo.
Paulo também deixou claro que a única maneira de vivermos o fruto do Espírito em nossas vidas é através da nossa união com Cristo. Essa união reflete nossa completa dependência d’Ele. Nós não somos capazes de exibir por nossa própria força, essas virtudes que fundamentam o caráter cristão.
Assim, o apóstolo nos ensina que “os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com suas paixões e concupiscências” (Gálatas 5:24). Jesus levou consigo na cruz a nossa natureza carnal. Portanto, nossa carne e os desejos provenientes dela que nos escravizavam, foram crucificados com Cristo. O golpe fatal já foi dado! Deus já providenciou tudo o que precisamos para vivermos em novidade de vida de uma forma que o agrada.
O fruto do Espírito na vida cristã
No entanto, cabe a nós agora vivermos na prática o que somos em princípio. Se nossa carne foi crucificada com Cristo, então agora vivemos no Espírito. Se o Espírito é a fonte de nossas vidas, se é Ele quem nos capacita a vivermos em retidão, então devemos entregar completamente nossos passos a Ele. Por isso o apóstolo escreve: “se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (Gálatas 5:25).
Se somos verdadeiramente seguidores de Cristo, necessariamente devemos viver de uma maneira compatível à nossa fé. A vida cristã deve ser completamente dependente do poder que o Espírito Santo nos concede de mortificar as paixões e desejos carnais, revelando em nossa conduta os efeitos da cruz de Cristo.
Como servos do Senhor, a primeira coisa que deve ser notado em nosso modo de viver é o fruto do Espírito. Se olharmos para nossa própria vida e não enxergarmos o fruto do Espírito nela, então pode ser que nossas raízes não estejam no Calvário.
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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2.
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BIBLIOGRAFIA
Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias
O Que é o Fruto do Espírito? Estudo Sobre o Fruto do Espírito Santo
Estudo bíblico sobre santidade: sejam santos - Bíblia
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