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sábado, 25 de abril de 2026

LIÇÃO 05 - O JUÍZO CONTRA SODOMA E GOMORRA.

Pb. Junio - Congregação Boa Vista II


                    TEXTO ÁUREO

'Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez." (Gn 18.32)


                    VERDADE PRÁTICA

Deus é misericordioso e dá tempo para o arrependimento, mas, quando o homem não quer, seu juízo é sem misericórdia.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gênesis 18. 23-32



                        INTRODUÇÃO



Principais Aparições do Anjo do Senhor:

Agar (Gênesis 16:7-14): A primeira aparição registrada, onde o Anjo promete multiplicar sua descendência e Agar o identifica como "DEUS que me vê".
Abraão (Gênesis 22:11-18): Impede o sacrifício de Isaque e renova a promessa da aliança, falando como o próprio DEUS.
Moisés (Êxodo 3:2-6): Aparece na sarça ardente como uma chama de fogo, identificando-se como "o DEUS de Abraão, Isaque e Jacó".
Israel em Boquim (Juízes 2:1-4): O Anjo repreende os israelitas por desobediência e quebra da aliança.
Gideão (Juízes 6:11-24): Aparece debaixo do carvalho em Ofra, chamando Gideão para libertar Israel, sendo identificado como o Senhor.
Manoá e sua Esposa (Juízes 13): Anuncia o nascimento de Sansão, Ele aparece descrevendo seu nome como "maravilhoso".
Balaão (Números 22:22-35): Intercepta o profeta Balaão em seu caminho com uma espada desembainhada.
Josué (Josué 5:13-15): Apresenta-se como "Príncipe do exército do Senhor" antes da batalha de Jericó.
Elias (1 Reis 19:5-8): Alimenta o profeta Elias durante sua fuga para o monte Horebe.
Zacarias (Zacarias 1:11-12; 3:1-6): Intercede por Jerusalém e purifica o sumo sacerdote Josué, representando a restauração divina.

Características Principais:Identidade: Diferente dos anjos comuns, o Anjo do Senhor fala em primeira pessoa como DEUS, aceita adoração e intercessão e realiza feitos divinos, indicando ser uma manifestação do próprio DEUS, muitas vezes visto como o "CRISTO pré-encarnado," conforme discutido em análises bíblicas.
Significado: A expressão, que aparece dezenas de vezes, denota o mensageiro que é também o representante direto da divindade.
Frequência: As visitas focam em momentos históricos cruciais para o progresso da revelação.



Abraão orou fervorosamente por seu sobrinho Ló e sua família e para que aquelas cidades fossem salvas da destruição junto com seus habitantes, se tão-somente fossem encontrados nela uns poucos justos (50 ou menos). Vejamos e Aprendamos com ele quanta compaixão devemos sentir pelos pecadores, e quão fervorosamente devemos orar a favor deles. Aqui vemos que a ora­ção eficaz do justo pode muito em seu efeito. Sem dúvida, Abraão fracassou em seus pedidos a favor do lugar como um todo, porém Ló foi milagrosamente salvo junto com duas filhas (a esposa não fi porque olhou para trás). Então, devemos incentivar a todos a esperarem, através da oração fervorosa, a bênção de DEUS para as nossas famílias, nossos ami­gos e vizinhos. Com esta finalidade, devemos não somente orar, mas viver como Abraão. Ele sabia que o juiz de toda a terra faria justiça. Abraão não pede, nesta passagem, que o mau fosse salvo por si mesmo, nem porque fosse cruel destruí-lo, mas por amor aos justos que poderiam estar entre eles. Somente a justiça pode ser um argumento diante de DEUS.

Então, como foi que CRISTO intercedeu a favor dos transgressores? Sem culpar a lei divina nem alegar a fraqueza ou escusar a culpa humana, ofereceu a sua própria obediência até a morte. […] Todo o povo de Sodoma era mau e vil. Portanto, foi tomado o cuidado de salvar Ló e a sua família. Ló se demorou, agiu frivolamente. Assim, pois, muitos que estão convictos de seu estado espiritual e da necessidade de uma mudança, retardam esta obra tão necessária. A salvação dos homens mais justos ocorre por misericórdia de DEUS, e não pelos méritos deles. Somos salvos pela graça. O poder de DEUS deve também ser reconhecido, quando Ele retira almas de um estado de pecado. Se DEUS não tivesse sido misericordioso para conosco, a nossa demora teria sido a nossa ruína.




                I.      OS ANJOS VISITAM ABRAÃO


1.    Abraão recebe a visita dos anjos do Senhor     -    Eram três “varões”. Por que Abraão se dirige a eles e diz “Meu Senhor, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo”? Certamente, Deus lhe fez sentir que não eram visitantes humanos, e sim enviados dos céus. Mas o senti mento humano prevaleceu, e lhes ofereceu água para lavarem os pés, e pão para eles; e os anjos disseram que fizesse o que havia proposto. Ao lado de Sara, providenciou uma deliciosa refeição, que incluiu bolos, manteiga e leite, além de um gostoso churrasco, de “uma vitela tenra e boa”. E os anjos comeram e devem ter gostado muito daquela refeição. Ou seja: os anjos de Deus, algumas vezes, para cumprirem determinadas missões junto aos homens, assumiram a aparência antropomórfica, forma de homem, e se comportaram como homens, inclusive se apropriando de alimento. No desenvolvimento desse texto, veremos mais aspectos interessantes da visita dos mensageiros de Deus.


2.    A hospitalidade de Abraão     -      Em Gênesis 18, Abraão recebe três visitantes misteriosos (o Senhor JESUS e dois anjos) nos carvalhais de Manre. Demonstrando extrema hospitalidade oriental e seu conhecimento espiritaual, identificando  que seus visitantes não  eram da terra, ele corre ao encontro deles, oferece água para lavar os pés e prepara uma refeição generosa (vitela). A visita confirma a promessa de que Sara daria à luz Isaque. 

A Hospitalidade de Abraão (Gênesis 18:1-15)

  • O Encontro: Durante o calor do dia (provavelmente ao meio-dia), sentado à porta da tenda, Abraão vê três homens. Ele imediatamente se curva e os convida a descansar e comer.
  • Ação Imediata: Abraão apressa-se e pede a Sara que prepare pão, enquanto ele escolhe um bom bezerro e separa a vitela para a refeição (melhor corte), demonstrando honra aos visitantes.
  • Serviço: Abraão não apenas serve a refeição, mas fica de pé ao lado deles sob a árvore enquanto comem.
  • A Promessa: Um dos visitantes (o Senhor JESUS) reafirma que Sara terá um filho no ano seguinte.
  • O Riso de Sara: Sara, ouvindo atrás da porta da tenda, riu por dentro devido à sua idade avançada, mas foi confrontada pelo Senhor, que declarou: "Há alguma coisa difícil ao Senhor?".
  • Significado: Este ato é considerado um exemplo bíblico ímpar de hospitalidade, frequentemente hoje está associado a receber mensageiros divinos sem saber. 

“Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos”. Hebreus 13:2

O relato destaca a presteza de Abraão em servir, a cultura de acolhimento ao estrangeiro e a confirmação divina do pacto. Para ler o relato bíblico completo, consulte o texto em Gênesis 18.



3.    O riso de Sara     -         Não é de admirar que Sara tenha rido. Abraão já houvera rido diante de Deus, aos 99 anos, quando Deus lhe renovou o seu pacto de que seria “pai da multidão de nações” (Gn 17.5). Mas o seu riso fora apenas no seu interior. Sara, porém, talvez mais expansiva, “riu-se consigo”, e os anjos perceberam seu riso.

  • A Negação e o Significado: Com medo, Sara negou ter rido, mas foi confrontada. O riso, inicialmente de dúvida, transforma-se após o cumprimento da promessa em Gênesis 21:1-7, quando Sara diz: "DEUS me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo".
  • Isaque: O filho nascido dessa promessa foi chamado de Isaque, cujo nome significa "riso", simbolizando a transformação da descrença em alegria. 

Essa narrativa enfatiza o poder de DEUS acima das limitações humanas e a fidelidade às promessas. Para saber mais, veja o relato completo em Gênesis 18 e  concretização da promessa em Gênesis 21. 



                II.     DEUS ANUNCIA SEUS PLANOS A ABRAÃO


1.     O anúncio da destruição     -      A misericórdia de Deus é muito grande. Sua longanimidade supera a de todas as pessoas, como expressão do seu imenso amor. A Bíblia fala sobre cinco cidades que se tornaram mal ditas por causa de sua pecaminosidade. Eram elas: Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar. Elas situavam-se na campina do Jordão, região escolhida por Ló, sobrinho de Abraão, para sua morada (Gn 13.12-13). A corrupção de Sodoma e de Gomorra agravou-se diante do Senhor: “Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito” (Gn 18.20). Os habitantes de Sodoma e Gomorra envolviam-se com todo tipo de pecado. Mas, dentre eles, se destacava a homossexualidade, pecado gravíssimo, considerado “abominação ao Senhor”, punido com pena de morte na antiga aliança (Lv 18.22;20.13). E Deus resolveu destruir da face da terra aquelas cidades. 

Quando Ló recebeu dois anjos em sua casa, para o tirar de Sodoma antes da destruição, os homens da cidade cercaram a casa de Ló, para que ele mandasse sair os anjos para que “os conhecessem”. Não era para conhecê-los socialmente, mas para terem relações com eles! Era muito grande a depravação entre os habitantes daquelas cidades. Ao que parece, os homens deixaram de ter interesse sexual pelas mulheres e se voltaram para a prática abominável da homossexualidade.


2.    O pecado leva à destruição     -     Segundo o relato bíblico em Gênesis, a destruição de Sodoma e Gomorra foi causada pela extrema maldade, corrupção, orgulho e falta de hospitalidade de seus habitantes (Glutonaria, embriaguez, prostituição, adultério, homossexualidade)O pecado intenso e a falta de arrependimento levaram ao julgamento divino, resultando em destruição total por fogo e enxofre. 

Principais Aspectos da Destruição:

  • Pecados Citados: A Bíblia menciona "pecado agravado", promiscuidade e, em Ezequiel 16:49, destaca-se o orgulho, a fartura, a falta de ajuda aos pobres e o desprezo pelos necessitados.
  • O Incidente de Ló: A tentativa de violência (queriam sexo com aqueles anjos-homens) contra os anjos enviados a Ló é o ápice narrativo da corrupção local.
  • A Justiça Divina: A narrativa serve como exemplo bíblico da paciência de DEUS que chega ao limite diante da persistência no pecado.
  • Consequências: A destruição foi repentina e total, frequentemente citada como um exemplo de julgamento. 

O episódio, detalhado em Gênesis 18-19, é amplamente debatido, com perspectivas que variam entre a imoralidade geral e a falta de hospitalidade. A historicidade e o pecado central são interpretados de diversas formas, incluindo o orgulho descrito em Ezequiel 16:49.

Alguém, ignorantemente, diz que não há pecado grande ou pequeno. “Tudo é pecado”. Porém, podemos ver, na Bíblia, que há pecados com consequências maiores ou menores. No ministério terreno de Jesus, Ele considerou três cidades em situação de pecados maiores que os de outras. Duas dessas cidades são Corazim e Betsaida, a quem Jesus considerou viverem em pecados tão grandes que disse: “[...] se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido com pano de saco grosseiro e com cinza. Por isso, eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no Dia do Juízo, do que para vós” (Mt 11.21-22, grifo nosso). Ou seja: os pecados cometidos em Tiro e Sidom mereciam menos castigo do que os cometidos em Corazim e Betsaida, tendo elas sido alcançadas por grandes sinais ou prodígios operados por Jesus. 

No mesmo trecho do Evangelho, Jesus se referiu a uma terceira cidade, cujos pecados foram tão graves, ou maiores, do que os praticados em Sodoma. Ele disse: E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. Porém eu vos digo que haverá menos rigor para os de Sodoma, no Dia do Juízo, do que para ti” (Mt 11.23,24, grifo nosso). Tal declaração de Jesus não quer dizer que os pecados de Sodoma foram menores do que os de Cafarnaum, e sim que, diante dos sinais e prodígios que se operaram em Cafarnaum, se os mesmos houvessem sido operados em Sodoma, ela não teria sido destruída com a tão terrível catástrofe que a eliminou da face da terra, juntamente com mais quatro cidades.


Os homens de Sodoma queriam abusar sexualmente dos hóspedes de Ló. Algumas traduções amenizam o trecho substituindo a palavra “abusemos” pela palavra “conheçamos”, o que dá margem a outras interpretações. A verdade é que não é possível dessexualizar a expressão nesse contexto. Nitidamente, era uma tentativa de cometer imoralidade sexual. Haviam perdido todo recato, decência e vergonha, pois suas ações ocorriam em plena praça pública. Agiam como um bando desenfreado de animais selvagens. Os diques morais foram rompidos naquela sociedade.



O pecado daquelas cidades ultrapassou todos os limites imagináveis, os quais não se limitavam ao homossexualismo. Isaías associa o pecado de Sodoma e Gomorra à injustiça social; Ezequiel relaciona a perversão das cidades à exploração dos pobres, soberba e abundância de ociosidade. Por sua vez, Jeremias ressalta a imoralidade geral e o incentivo aos malfeitores (Is 1.9,15-17; Ez 16.46-51; Jr 23.14). O bem havia se tornado raro e impotente diante da escalada do mal. Será que nossa sociedade é diferente?


3.     A intercessão    -    “Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fos­se igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra?”

DEUS busca e espera por intercessores. Intercessão é a mais profunda dimensão de oração que conhecemos. Geralmente é um ministério pouco valorizado e incentivado, talvez por não oferecer visibilidade. Ninguém oferece credenciais para intercessores. Intercessão é um bom critério para medir a profundidade da nossa espiritualidade.
Crentes infantis oram apenas por si o tempo todo. Só gente amadurecida ora pelos outros. A grandeza de Abraão é revelada aqui: ele ora e intercede por uma ímpia cidade onde ele sequer morava; Ló, habitante de Sodoma, também faz o mesmo (2 Pe 2.7-8). Abraão é um homem que está livre do juízo destinado às cidades ímpias, mas se condói e clama por aqueles que vão enfrentá-lo. Ele não ora apenas por seus parentes, mas pela cidade inteira; não pede que sejam separados os inocentes e que os pecadores sejam deixados para morrer.

Em sua intercessão, Abraão apresenta seis pedidos pelos possíveis moradores inocentes e, diante daquela possibilidade, DEUS sempre responde: “não destruirei”. A des­truição não traz prazer ao Senhor, pois seu propósito é perdoar. DEUS estava disposto a poupar a cidade inteira se ali encontrasse ao menos dez justos (50-45-40-30-20-10). Quanta diferença uma igreja, mesmo de poucos membros, pode fazer numa cidade. Abraão não exige nada, apenas súplica com o coração dolorido. Nós somos assim? É normal vermos os cristãos indignados diante do mal, inclusive endossando campanhas por maior severidade nas leis, mas oramos compassivamente pelos maldosos? Se dependesse unicamente das nossas orações o que seria da nossa cidade? Que DEUS levante um exército de intercessores em nossa geração!




Pontos-chave da Intercessão de Abraão:

O Contexto: DEUS revelou a Abraão seus planos de destruir Sodoma e Gomorra devido à grave impiedade ali vigente, o que gerou a urgência de Abraão em interceder por Ló.


O Diálogo com DEUS: Abraão, com humildade e ousadia, iniciou uma negociação, perguntando: "Destruirás o justo com o ímpio?". Ele reduziu o número de justos necessários de 50 para 10, demonstrando persistência.


A Motivação: A intercessão foi motivada pelo amor ao seu sobrinho Ló e sua família, que residiam na cidade.


Resultado e Resgate: A oração de Abraão foi atendida. DEUS, lembrando-se de Abraão, enviou anjos para retirar Ló, sua esposa e suas duas filhas de Sodoma antes da destruição..

Esse episódio ilustra a importância da intercessão baseada na comunhão íntima com DEUS e no conhecimento de seus propósitos.



                III.     A DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA


1.    Deus "é fogo consumidor"     -     Mathew Henry narra a destruição dessas cidades da seguinte forma: 

Nunca houve nada como ela, nem antes, nem de pois. O inferno choveu, do céu, sobre as cidades. Fogo e enxofre, e um vento tempestuoso, esta é a porção do seu copo (SI 11.6). Não um relâmpago, que é suficientemente destrutivo quando Deus lhe dá esta comissão, mas uma chuva de relâmpagos. Espalhou-se enxofre sobre as suas habitações (Jó 18.15), e então o fogo os devastou. Deus podería tê-los afogado, como fez no mundo antigo. Mas Ele desejava mostrar que tinha muitas flechas em sua aljava.

O amor de Deus pela humanidade é tão imenso que nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não encontrou palavras na linguagem do Novo Testamento para defini-lo, quando disse: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Porém, sua justiça não é menos indescritível. Na Bíblia está escrito: “Os ímpios serão lançados no inferno e todas as nações que se esquecem de Deus” (SI 9.17). 

Comete um grave erro contra a verdade aquele que diz que “Deus é amor” e a ninguém exclui. Sim, Deus é amor! Seu amor é inclusivo a todos, no plano da salvação; é para toda a humanidade, para “todo aquele que nele crê”, mas essa condição é indispensável. Só é salvo quem crê e obedece à sua Palavra, vivendo em santidade e santificação. Está escrito: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Diz ainda a Palavra de Deus: “[...] como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15). O amor de Deus é includente para todo o que nEle crê; mas é excludente para quem rejeita a sua Palavra.


2.    Uma catástrofe sem igual     -     Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos Lucas 17:29

Então o Senhor fez chover enxofre e fogo, do Senhor desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra; Gênesis 19:24

O Pecado de Sodoma e Gomorra


A destruição é frequentemente citada como um castigo por "relações sexuais antinaturais" (referência à tentativa de assédio aos anjos que visitaram Ló) e por uma conduta perversa, incluindo inospitalidade violenta. Ezequiel 16:49 adiciona contexto ao mencionar que a iniquidade incluía: Soberba e orgulho.
Fartura de pão e ociosidade.
Falta de auxílio aos pobres e necessitados.

(Glutonaria, embriaguez, prostituição, adultério, homossexualidade).

A Catástrofe e a Salvação de Ló


DEUS enviou mensageiros (2 anjos) para salvar Ló, sobrinho de Abraão, e sua família, pois eram considerados justos em comparação ao restante da população. A esposa de Ló, no entanto, foi transformada em uma estátua de sal ao olhar para trás durante a fuga, desobedecendo a ordem divina (provou não estar convertida a DEUS – amava Sodoma).

Interpretação e Arqueologia Significado Teológico: A história é usada no Novo Testamento como um exemplo eterno do julgamento de DEUS sobre o pecado.


Arqueologia:
Alguns arqueólogos, como Steven Collins, sugerem que o sítio arqueológico de Tall el-Hammam, na Jordânia, pode ser a localização de Sodoma, argumentando que evidências de uma destruição por calor extremo (uma possível explosão aérea) coincidem com o relato bíblico, embora esta teoria não seja universalmente aceita na comunidade arqueológica.


3.     Transformada em estátua de sal     -  A história bíblica de Gênesis 19 relata que a mulher de Ló desobedeceu à ordem divina de não olhar para trás ao fugir da destruição de Sodoma e Gomorra. Ao olhar para a cidade, ela foi instantaneamente transformada em uma estátua de sal, simbolizando a desobediência, o apego ao passado e as consequências de ignorar as advertências de DEUS.

A Ordem: Anjos ordenaram que Ló e sua família fugissem sem olhar para trás.
A Desobediência: A esposa de Ló, movida por saudade ou curiosidade, olhou para trás durante a destruição.
O Resultado: Ela virou uma estátua de sal (ou coluna de sal).
Significado Espiritual: É usada como um alerta contra o apego às riquezas e ao mundo, e a importância de seguir em frente na fé.

A passagem é frequentemente citada, inclusive por JESUS (Lucas 17:32), como uma lição sobre a falta de firmeza na fé.


“E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal.”

Os valores morais e espirituais de Sodoma e Gomorra estavam num nível muito inferior aos valores materiais. Sequer havia 10 justos ali. As cidades eram prósperas e a região tão fértil que foi comparada ao Jar­dim do Éden (13.10). Por isso mes­mo, a mulher de Ló olhou para trás (a palavra traduzida por “olhou” é “prestar atenção”, “mostrar consi­deração”, “estar comprometida”). Certamente, pensando na perda que representava sair de lá. Sodoma e Gomorra a seduziram com seus apelos mundanos. Sair de Sodoma não foi fácil para Ló e sua família. O mundo é sedutor e está malignamente organizado para atrair o pecador. Como já foi dito, nós só conhecemos o poder de uma cultura quando tentamos mudá-la e só percebemos a força do materialismo e da imoralidade quando decidimos viver de modo simples e na dependência de DEUS. Sem alternativas imediatas, Ló é lento para sair e sua intercessão por Zoar é fruto de inte­resses em preservar sua família (19.20).




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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2. 

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         BIBLIOGRAFIA


Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias

Livro de apoio Homens dos quais o Mundo não era digno - Pr. Elinaldo Renovado - Editora CPAD

Livro: Comentário bíblico de Matthew Henry (4a ed – Rio de Janeiro, CPAD, 2004, pgs. 61-62). 




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