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| Pb. Junio - Congregação Boa Vista II |
TEXTO ÁUREO
"E apareceu o Senhor a Abraão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe apareceu." ( Gn 12.7)
VERDADE PRÁTICA
Quando Deus faz uma promessa incondicional, Ele a cumpre plenamente.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gênesis 13. 7-18
INTRODUÇÃO
DEUS chamou Abrão e lhe disse para deixar sua terra e parentela, mas ele levou seu sobrinho Ló.
Ló tinha servos e servas e família e gado.
viveram juntos até que não deu mais. Eles não brigaram, mas houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló. Abrão tomou a iniciativa de resolver a questão antes disso prejudicar sua amizade com Ló. Tudo era, na verdade, plano de DEUS para começar a tratar com Abrão e lhe usar para que dele nascesse o salvador JESUS. Abrão propõe a Ló se separarem e lhe dá a prerrogativa de escolher o melhor lugar para ele.
Ló tomou uma atitude precipitada, sem consultar a DEUS e sem respeitar a chamada de seu tio Abrão, escolheu o lado mais bonito e atrativo ao seu apelo materialista.
Diante de tal realidade, Abrão, ao ouvir a promessa de Deus, fez uma indagação ao Senhor, dizendo: “Senhor Jeová, que me hás de dar? Pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é 0 damasceno Eliézer. Disse mais Abrão: Eis que me não tens dado semente, e eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro” (Gn 15.2-3). Certamente, Abrão não estava, em princípio, duvidando de Deus, mas encarando a dura realidade que envolvia a sua esposa. Chegou a imaginar e a expressar sua preocupação a Deus, supondo que um servo seu, nascido em sua casa, seria o seu herdeiro! Provavelmente, a lógica racional humana tinha grande peso para um ancião, casado com uma mulher que não podia ter filhos.
Mas Deus não se guia nem depende da lógica humana, limitada e falha. Ele está acima de qualquer racionalidade quando tem um propósito a alcançar. Está escrito: “Porque para Deus nada é impossível” (Lc 1.37). Em sua onipotência, Ele diz: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13). Depois do seu chamado, Abrão continuou tendo sua fé desafiada por meio de provas muito profundas. Já consciente de ter ouvido a voz de Deus, e de estar no centro de sua vontade, Abrão passou por muitos desafios espirituais e humanos.
I. ABRÃO VOLTA DO EGITO PARA CANAÃ
1. Contenda entre os pastores - Aqui, temos uma grande lição. Quando os bens materiais causam contendas entre os parentes, a ponto de não poderem habitar juntos, certamente tais riquezas, adquiridas no Egito, não têm a bênção de Deus. Esse fato nos lembra o que acontece, nos dias atuais, no meio eclesiástico. Há casos conhecidos de pastores evangélicos que contendem entre si por causa de “campo eclesiástico”, causando dissensões e até divisões entre as igrejas locais. Sem a menor dúvida, essa não é a vontade de Deus. Ele deseja que os pastores, e todos os crentes em Cristo, como irmãos na fé, vivam em união.
Diz o salmo:
Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! E como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre. (SI 133.1-3)
Depois de descer ao Egito e quase perder sua esposa e sua vida Abrão voltou ao lugar de adoração e se reconciliou com DEUS. Em Betel ( בית אל Beyth-’El - casa de DEUS). Ali estava o altar que construiu quando entrou na terra da promessa. (Gn 13.3,4).
A oração menos feita na terra é a de ação de graças, a de agradecimento. Abrão não foi mal-agradecido.
A prosperidade mal adquirida trouxe problemas tanto para Abrão como para Ló, seu sobrinho. Seus pastores começaram a contender devido ao espaço ser pouco para tanto gado. Na certa a água era escassa e os pastos também. Abrão viu o problema e antes que isso causasse divisão entre ele e seu sobrinho procurou uma solução para o problema. Era preciso confiar em DEUS para não escolher e decidir pelos dois o que fazer.
2. Abrão e Ló se separam - Abrão, sendo de mais idade, tio de Ló, poderia ter requeri do para si o direito de escolha. Mas, como homem generoso, humilde e altruísta, concedeu ao sobrinho oportunidade de escolher primeiro a direção que tomaria, para que se evitassem contendas entre seus pastores e, mais do que isso, que não fosse alimentada a desunião familiar. Sem dúvida, é um grande exemplo para nós, cristãos, para não darmos lugar a contendas, desuniões ou desavenças, como irmãos em Cristo. A Palavra de Deus nos diz: “Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).
Abrão procurou uma solução pacífica para o problema e queria resolvê-la de tal forma que seu sobrinho não pudesse culpá-lo por algum insucesso no futuro. Creio que Abrão desejava seguir seu caminho com DEUS sem interferência de seu sobrinho. O melhor era deixar o próprio Ló escolher um lugar de sua preferência para morar e cuidar de seus bens. Creio que Abrão conhecia bem seu sobrinho e sabia que ele não consultaria a DESU e escolheria o que lhe era mais bonito à vista material.
No futuro sabemos que DEUS iria destruir Sodoma e Gomorra devido a seus pecados.
Palavra Conheçamos e seu significado:
Quando os anjos estão na casa de Ló veja o que disseram o povo para Ló:
Bíblia ARC - E chamaram Ló e disseram-lhe: Onde estão os varões que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos.
Bíblia Católica - Traga-os para que tenhamos relações com eles.
Bíblia ARA - Traze-os fora a nós para que abusemos deles.
Bíblia NTLH - Traga-os aqui fora para nós, pois queremos ter relações com eles.
Bíblia VIVA - "Traga para fora os homens que estão aí! Queremos usá-los como mulher!
3. As escolhas de cada um - Ele optou por “toda a campina do Jordão”. O rio Jordão sempre foi conhecido pela fertilidade às suas margens, com terras bem regadas e árvores produtivas. Mas os que habitavam em sua região eram homens ímpios, que se entregavam a todas as abominações a Deus. Sua escolha não poderia ter sido pior. As consequências foram trágicas tanto para ele quanto para sua família.
A proposta de Abrão foi: "Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se a direita escolheres, eu irei para a esquerda" (Gn 13.9).
Cremos que Ló não pensou na autoridade que Abrão tinha sobre ele. Não pensou na honra que devia dar a seu tio. Não pensou no chamado de DEUS na vida de seu tio. Não pensou em consultar a DEUS.
Precipitadamente escolheu materialmente e não espiritualmente. Escolheu seu triste futuro. Escolheu o que lhe agradara aos olhos de cobiça.
Aos olhos de Ló e de todos por ali, Ló havia escolhido o melhor lugar. Para DEUS Ló escolheu o caminho que DEUS mesmo queria para ele, longe de Abrão. Ló deveria ter avaliado o lugar e seus habitantes primeiro.
Agimos assim às vezes. Escolhemos locais para morarmos e para trabalharmos que nos parece o paraíso, mas para DEUS esse é o lugar de laço, de pecado, de sofrimento e de angústia. DEUS nos livre de nos esquecermos de consultá-lo em tudo e para tudo.
O lugar escolhido por Abrão não era tão aprazível quando o que Ló escolheu. Mas teve a bênção de Deus. Por outro lado, a terra escolhida por Ló, em si, era uma terra de uma paisagem bonita, cheia de plantações atraentes e produtivas. Mas, no meio daquela pujança e da beleza natural, havia um povo reprovado por Deus. Isso nos mostra que, quando se faz uma escolha pela vista dos olhos humanos, sem a direção de Deus, os resultados a serem colhidos poderão ser os piores possíveis, principalmente em teremos espirituais e morais.
II. AS CONSEQUÊNCIAS DAS ESCOLHAS
1. Resultados da escolha de Abrão - É fato que as escolhas de cada pessoa são opcionais. Porém, as consequências são inevitáveis e quase sempre imprevisíveis. Num primeiro instante, a escolha de Ló prometia ser mais lucrativa, mas estava relacionada com uma situação potencialmente explosiva. A generosidade de Abrão parecia ter-lhe sido danosa, se considerada sob a ótica dos costumes da época. Mas, às vezes, decisões difíceis devem ser tomadas quando o homem busca fazer a vontade de Deus. Não obstante, em virtude das promessas e da ajuda do Senhor, o futuro de Abrão garantia lucros profusos.1 O texto bíblico nos mostra que Deus aprovou a escolha de Abrão, e o fez expressando sua aprovação de modo bem claro e evidente.
2. Resultados da escolha de Ló - Ló saiu de Ur dos Caldeus com a herança de seu pai e com suas próprias posses.
Gn 12.5 E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã. (grifo nosso) Haviam adquirido indica que Abrão e Ló tinham bens.
Depois de Abrão descer ao Egito e enganar a faraó sobre sua esposa, com medo de morrer, Ló provavelmente teve que sustentar a mentira de Abrão, confirmando-a diante dos moradores da Terra (Gn 12.12,13).
A bíblia declara que Faraó fez bem a Abrão por causa de sua esposa, que para faraó era só irmã de Abrão. Gn 12.16 E fez bem a Abrão por amor dela; e ele teve ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos. Quando diz que fez bem a Abrão e ele teve animais, quer dizer que faraó lhe deu tudo isso de presente.
Ló, parece que também foi abençoado, pois quando saem do Egito eles possuem uma considerável situação econômica a ponto de a terra não suportar seus rebanhos unidos em um mesmo local.
E era Abrão muito rico em gado, em prata e em ouro. E também Ló, que ia com Abrão, tinha rebanhos, gado e tendas. Gênesis 13:2,5.
Como não havia espaço para os dois num mesmo lugar Abrão deu a Ló o direito de escolher para onde queria ir e se fixar. Ló, deixando de considerar a primazia de seu tio como mais velho e portador da chamada de DEUS, escolheu precipitadamente viver nas campinas verdejantes de Sodoma. Ali havia perigo, havia deixado a proteção espiritual de seu tio. Havia ali pessoas más e a situação política dos reinos à volta de Sodoma era de guerra. O juízo de DEUS sobre os pecados de Sodoma e Gomorra estavam por vir, mas Ló não consultou a DEUS, Ló não pediu a opinião de seu tio, portador da bênção de DEUS.
Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança. Provérbios 11:14
2. A guerra dos reis.
A situação política dos reinos à volta de Sodoma era de guerra.
Os reis Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goim fizeram guerra a Bera, rei de Sodoma, a Birsa, rei de Gomorra, a Sinabe, rei de Admá, e a Semeber, rei de Zeboim, e ao rei de Belá (esta é Zoar). A guerra aconteceu no vale de Sidim (que é o Mar Salgado).
A causa da guerra era porque rebelaram-se contra Quedorlaomer que os venceu e tomaram todos os bens de Sodoma, e de Gomorra, e todo o seu mantimento e foram-se. Também tomaram a Ló e sua família, que habitava em Sodoma e os seus bens. Uma escolha precipitada pode causar grandes danos não só à pessoa atingida como a toda sua família.
3. A atitude de Abrão para com Ló - Abrão poderia ter deixado Ló ser escravo para aprender a não ser ganancioso, mas Abraão tinha um bom coração, não tinha mágoa, nem rancor e nem desejo de vingança em si. Era homem de DEUS, era responsável por cuidar de ló que pertencia à sua família. Abrão considerava Ló como seu irmão.
Então veio um, que escapara, e o contou a Abrão o fato ocorrido. Abrão armou os seus criados, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã.
E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus criados, e os feriu. E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo.
Abrão foi abençoado por DEUS, os reis ficaram muito gratos a Abrão. Abrão deu o dízimo ao representante de DEUS do que arrecadara na guerra. Abrão não ficou com nada, deu parte aos que participaram da guerra com ele e ainda abençoou o rei de Sodoma e devolveu tudo o que pertencia a Ló. Mais tarde, a cidade de Sodoma foi destruída pelo fogo do julgamento divino, e Ló perdeu tudo o que tinha e foi morar em uma caverna com suas duas filhas que cometeram incesto com seu Pai, nascendo daí os Amonitas e Moabitas.
III. OS ALTARES ERGUIDOS POR ABRAÃO
1. Abrão, um construtor de altares - Abrão construiu seu primeiro altar em Siquém, que significa “ombro”. Era uma das cidades refúgio. Ali Josué despediu o povo: “[...] escolhei hoje a quem sirvais [...]” Js 24.15). Em gratidão a Deus pelas bênçãos e promessas que lhe concedera, Abrão edificou um altar ao Senhor em Siquém. “E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: A tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera” (Gn 12.7). Na nossa vida, algumas vezes, precisamos de um “ombro” amigo para nos apoiar. Abrão teve o poderoso ombro de Deus, como homem de fé.
A Bíblia é clara em diversos momentos ao falar sobre orações, altar e oferta diante do Senhor, porém olhando para o ponto que se refere a construção de altar, temos um homem que foi considerado amigo de Deus, o pai da fé, aquele a quem Deus disse que não esconderia o que faz (Gn 18:17) este homem é Abraão, vemos sua vida como alguém que construiu altares diante do Senhor em vários momentos, perceba comigo e observe como ele escolher viver.
- Chega a Canaã (Siquém) e constrói um Altar “Atravessou Abraão a terra até Siquem, até ao Carvalho de Moré… Apareceu o Senhor a Abraão e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abraão um Altar ao Senhor.” (Gênesis 12:6-7)
2. Mais um altar - Observamos o segundo altar em Gênesis 12:8-13 à medida que Abraão avança em sua jornada. Descobrimos que Abraão monta sua tenda entre Betel (que significa casa de Deus) e Ai (que significa monte de ruínas), talvez significando sua devoção a Deus e como essa devoção pretende impactar o mundo (adoração e testemunho). Descobrimos que ele é um peregrino, como o escritor dos Hebreus nos informa: "Pois ele esperava pela cidade que tem fundações, cujo projetista e construtor é Deus" (Heb 11:10). Abraão não apenas montou uma tenda, mas construiu um altar: "De lá, ele se mudou para as colinas a leste de Betel e montou sua tenda, com Betel a oeste e Ai a leste. E lá ele edificou um altar ao Senhor e invocou o nome do Senhor" (Gênios 12:8). Esse segundo altar que Abraão ergueu foi para um tempo de oração – "Ele invocou o nome do Senhor" (v. 8).
Imediatamente após esse relato, lemos que Abraão vai para o Egito para escapar de uma fome. Abraão então fez uma proposta egoísta à sua esposa Sara e estava disposto a colocá-la em perigo para se salvar (vv. 11-13). A expedição de Abraão ao Egito resultou em medo, falsidades e fracasso. Parece que a confiança de Abraão em Deus vacila. Deus intervém e livra Abraão e Sara do que poderia ter sido um risco pessoal genuíno. O que Abraão faz depois de um incidente desses? Lemos: "E ele seguiu viagem do Negeb até Betel até o lugar onde sua tenda estava no começo entre Betel e Ai, até o lugar onde ele havia feito um altar no primeiro. E lá Abram invocou o nome do Senhor" (Génesis 13:34).
Abraão voltou para Belel, onde montou sua tenda e construiu seu primeiro altar ao Senhor. Nós, crentes, também precisamos voltar ao ponto em que estamos atentos e aceitamos nossa segurança em Cristo para aprender com nossas falhas morais e espirituais e sermos restaurados ao Senhor. Note que Abraão novamente "invocou o nome do Senhor" (Génesis 13:4). Todo crente, como Abraão, precisa erguir um altar de oração em sua jornada de fé. Seja buscando a direção do Senhor para nossas vidas ou precisando arrepender-nos e pedir perdão (que sempre é dado com gracia), precisamos erguir um altar de oração em nossas jornadas de fé.
3. O altar em Hebrom e Moriá - O próximo altar que Abraão constrói está em Gênesis 22:9-14. Abraão construiu um altar no Monte Moriah para oferecer seu único filho amado a Deus – seu filho deveria ser uma oferenda no altar. Abraão, pela fé, obedece ao mandamento de Deus de oferecer seu filho prometido, Isaac. Isaac é o herdeiro promissor de Abraão. Isaac é colocado no altar. Abraão levanta sua faca acreditando "que Deus pôde até ressuscitá-lo dos mortos" (Heb 11:19a). O que se pensava ser um momento de morte tornou-se um momento de triunfo – um substituto, uma provisão, foi providenciado por Deus. Como lemos em Hebreus, Isaac foi poupado: "Abraão considerou que Deus era capaz até de ressuscitá-lo dos mortos, do qual, figurativamente falando, ele o recebeu de volta" (Heb 11:19). A fé de Abraão foi excepcionalmente testada e recompensada. Esse altar foi construído como um altar de sacrifício, mas tornou-se um altar de provisão. Todo crente, como Abraão, precisa erguer um altar de provisão em sua jornada de fé.
Descobrimos neste relato um tipo glorioso de Calvário, onde Deus "não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós" (Rom 8:32a). Então, "como Deus não nos dará também, com Ele, todas as coisas graciosamente" (Rom 8:32b). No fim, entendemos que Deus não quis realmente Isaque, mas sim o coração de Abraão. Abraão estava realmente no altar, não Isaac. Como crentes, estamos no altar de Deus? Paulo nos desafia a responder corretamente a tudo o que Deus nos providenciou em Cristo em Romanos 12:1: "Apelo, portanto, irmãos, pela misericórdia de Deus, para que apresentem os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, que é a vossa adoração espiritual" (Rom 12:1). Quando chegamos a Cristo, podemos começar pensando que nos colocamos no altar do sacrifício, mas realmente perceber que ele é, na verdade, um altar de provisão. Jesus fez o sacrifício supremo para que possamos experimentar a provisão suprema da vida abundante.
Não é de se admirar que, sob Deus, Abraão tenha se tornado o fundador de uma nação, amigo de Deus e pai dos fiéis seguidores de Cristo. Abraham não era perfeito. Ele cometeu erros, sim, e pecou. Mas, ele se voltou fielmente para Deus. Ele construiu altares de louvor, oração, paz e provisão. Você e eu deveríamos, em nossa jornada espiritual também. Soli Deo Gloria (Glória a Deus Só)!
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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2.
Endereço da igreja Rua Formosa, 534 – Boa Vista - Suzano SP.
Pr. Setorial – Pr. Saulo Marafon.
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