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| Pb. Junio - Congregação Boa Vista II |
TEXTO ÁUREO
"E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi." (Gn 22.2)
VERDADE PRÁTICA
Abraão confiava no Senhor a ponto de dizer ao seu filho: "Deus proverá para si o cordeiro".
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gênesis 22. 1-11
INTRODUÇÃO
Como vimos em capítulo anterior, seu chamado não foi comum. Já foi um teste de fé. Deus mandou que saísse de sua terra e do meio de seus parentes, pois o enviaria a uma terra que ele não conhecia, e sequer indicou para onde. E ele obedeceu. Saiu sem saber para onde ia ao lado de sua esposa. E aceitou seu sobrinho, Ló, em sua companhia. Em seu chamado, Deus lhe disse que faria dele “uma grande nação”, apesar de sua idade muito avançada e de ser casado com uma esposa estéril. Mas a prova maior ainda estaria por vir. Deus o chamou e lhe deu uma ordem jamais dada a qualquer personagem da história da Bíblia. Mandou que ele tomasse seu filho, o “único filho”, Isaque, a quem ele amava, e fosse oferecê-lo em holocausto! Certamente, foi um choque emocional muito forte para o velho Abraão, em sua avançadíssima idade. Era o filho fruto do milagre operado na vida de Sara. Em sua mente deve ter passado um turbilhão de indagações. “E agora, como ficam as promessas de que eu e minha esposa seríamos pais da multidão de nações?” A Bíblia não diz isso, mas tomo a liberdade de imaginar. Basta que qualquer um dos leitores que é pai se coloque no lugar de Abraão.
Abraão vivenciou vários problemas no meio de sua família. Ele esperava o cumprimento das promessas de Deus. Mas sua esposa ficou impaciente. Ao saber das promessas divinas, e, em sua condição de mulher estéril, imaginou que jamais havería possibilidade de serem cumpridas. Movida pelo desejo de ajudar o marido a ser pai, arquitetou um plano humano, um verdadeiro arranjo, para ver Abraão como pai; e ofereceu sua serva Agar, bem mais nova que ela, para ser uma esposa dele. E assim aconteceu. Abraão, talvez por uma fraqueza de fé, aceitou a proposta, e passou a viver com Agar, como sua segunda esposa. Foram provas imensas a que ele se submeteu.
O homem de Deus deve ter experimentado um grande peso. Se não de dúvida, de espanto. Como podería ser ele “pai de uma grande nação” se o único filho dele com Sara iria ser morto, oferecido em holocausto?! Mas ele não questionou a Deus. Chamou Isaque para M oriá, preparou a lenha e o fogo, e caminhou até a montanha, designada por Deus. Aquele, certamente, foi o maior teste de fé para Abraão. Foi tão difícil que ele não revelou ao filho que ele seria a vítima a ser oferecida em sacrifício; nem comunicou o fato à sua mãe. Ainda faltava um teste enorme. Antes de subir ao monte, Isaque perguntou ao pai: “Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro param holocausto?” (Gn 22.7). Esta deve ter sido a pergunta mais difícil para Abraão responder. Mas, como homem de fé, respondeu: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho” (Gn 22.8).
Isaque ficou tranquilo, mesmo sem saber de onde viria o cordeiro. O teste final ainda estava por vir. Ao chegar ao local designado por Deus, Abraão preparou um altar, certamente com a ajuda de Isaque, e mandou que ele subisse no altar. Como um jovem, sem dúvida saudável e forte, podería ter desobedecido ao pai e descido o monte. Mas não o fez. Deitou-se sobre o altar, entendendo que chegara a sua morte. Mas não era esse o plano de Deus. De repente, quando o cutelo já ia descer sobre o pescoço de Isaque, o Anjo do Senhor bradou e disse: “Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então, disse: Não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus e não me negaste o teu filho, o teu único” (Gn 22.12).
I. ABRAÃO TEM A SUA FÉ PROVADA
1. Deus manda Abraão sacrificar Isaque - O patriarca Abraão havia experimentado as mais ricas bênçãos no caminho da fé, mas DEUS o submeteu a prova a fim de fazê-lo desfrutar bênçãos ainda maiores. Assim, Abraão viu-se envolvido em um comovente acontecimento que aponta o grande momento quando o Pai celestial entregou seu Filho pela salvação da humanidade. (SCR)
I. PROVA NO CAMINHO DA FÉ
Abraão foi escolhido por DEUS para ser um grande povo, em cujo seio CRISTO haveria de humilhar-se. Abraão, o pai da nação judaica, estava sendo preparado para servir de fundamento patriarcal para este povo. Ele havia trilhado o caminho da fé em estreita comunhão com DEUS. e estava para ser submetido a uma grande prova de fé. (S D) O que DEUS queria provar na vida de Abraão? Consideremos as seguintes virtudes:
a) O amor. "Até opera por caridade" (Gl 5.6). DEUS queria provar se havia alguma coisa que Abraão amava mais do que a DEUS, se Abraão de fato amava a DEUS acima de qualquer coisa deste mundo.
b) A obediência Obediência e fé devem andar perfeitamente entrelaçadas na vida do crente (Rm 1.5; At 5.32). DEUS queria provar se Abraão estava disposto a obedecer em qualquer circunstância, mesmo quando tudo parecesse incerto. É oportuno lembrar que no inicio de sua caminhada, a obediência de Abraão era incompleta.
c) A fé. DEUS queria provar a Abraão em sua fé, pedindo-lhe em sacrifício Isaque que era o próprio cumprimento da promessa. A obediência à ordem de DEUS parecia que iria inviabilizar a concretização da promessa de fazer de Abraão um grande povo.
II. EM QUE CONSISTIU A PROVA
l. O sacrifício pedido. DEUS pediu a Abrãao que oferecesse seu filho Isaque em holocausto (Gn 22.3). Desse modo, Abraão deveria sacrificar a grande resposta de suas orações, aguardada por 25 anos! E DEUS foi bem específico em seu pedido: "O teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas" (Gn 22.2). (SH)
2. Abraão obedece sem questionar - Nenhuma das provas exigidas a Abraão foi de fácil execução. Na primeira, teve que deixar parentes e amigos e seguir para uma terra que ele não conhecia. Não lhe deve ter sido agradável viver na terra da promissão entre os cananeus, presenciando seus pecados e, além disso, saber que a terra que degradavam lhes pertenceria ainda por muito tempo. Como prova, ele teve ainda que separar-se do sobrinho Ló e mais tarde libertá-lo em luta desigual contra quatro reis, tendo apenas poucos homens consigo. Abraão tinha recebido a grande bênção da sua vida e, depois, veio a prova. Não é difícil de acontecer isso: DEUS provar o crente após dar-lhe uma grande bênção. Seu filho Isaque seria o exato objeto da prova. É notável a expressão com que começa o versículo 3: ** Então (então, neste versículo, quer dizer: respeitando a ordem), se levantou Abraão pela manhã de madrugada... e foi ao lugar que DEUS lhe dissera* Não revelou a ninguém o que se passava; nem mesmo a Sara.
Uma das maiores lições da Bíblia foi a maneira cautelosa como Abraão se preparou para essa penosa jornada. Ele não esqueceu nada. A atenção que damos às coisas necessárias para uma viagem agradável (roupas, sapatos etc.) foi o que Abraão fez naquela madrugada. Não esqueceu nada. Mal sabia ele que estava estabelecendo um dos mais gloriosos tipos bíblicos: O Calvário, onde o Pai haveria de permitir a violência contra o Amado Filho, e onde Ele nos santificaria pela oblação do seu corpo (Hb 10.10). Possivelmente Abraão recebeu esta ordem em uma visão à noite. E, logo, pela manhã, de madrugada preparou-se para realizar a viagem que DEUS lhe ordenara, (Gn 22.3). Tomou consigo dois moços e a Isaque, seu filho, bem como lenha para o holocausto, e partiu rumo ao lugar do sacrifício (Gn 22.3)
3. Abraão não era perfeito - Abraão não era perfeito, mas obedeceu sem questionar, reflete a perspectiva bíblica sobre o pai da fé. A sua trajetória foi marcada por um processo de amadurecimento onde a obediência se tornou absoluta, mesmo diante de ordens complexas. Imperfeições e Aprendizado: Abraão cometeu erros, como quando duvidou sobre a promessa de um filho, tentou resolver a situação com Agar, ou mentiu sobre Sara no Egito e em Gerar por medo. No entanto, ele aprendeu a confiar completamente no Senhor ao longo do tempo.
Obediência Sem Questionar (O Teste Supremo): O exemplo máximo de sua fé foi a prontidão em sacrificar Isaque, o filho da promessa, conforme registrado em Gênesis 22:3. Ele não hesitou, confiando que Deus era poderoso até para ressuscitar Isaque, se necessário.
Motivação: A obediência de Abraão não foi apenas um "cego" seguir de ordens, mas uma confiança profunda baseada em experiências anteriores com a fidelidade de Deus.
Justificado pela Fé: Abraão não foi considerado justo por nunca errar, mas por crer em Deus e ter essa fé imputada como justiça (Gênesis 15:6), resultando em ações de obediência.
Abraão é, portanto, visto não como alguém sem falhas, mas como alguém cuja fé operou através da obediência, amadurecendo ao longo de sua vida.
II. A PROMESSA CONFIRMADA
1. Abraão não negou seu único filho - A obediência de Abraão ao não negar seu único filho, Isaque, a Deus (Gênesis 22) é vista como a maior prova de fé e temor ao Senhor. Ao estar disposto a sacrificar Isaque, Abraão demonstrou confiança absoluta na providência divina, resultando em bênçãos prometidas e na prefiguração do sacrifício de Jesus.
Pontos-chave do relato de Gênesis 22:
O Teste de Fé: Deus pediu Isaque como sacrifício para provar a fé de Abraão.
A Obediência: Abraão, sem hesitar, construiu o altar e preparou-se para imolar seu filho.
A Intervenção Divina: O Anjo do Senhor interrompeu o sacrifício, confirmando que Abraão temia a Deus por não negar seu filho.
O "Senhor Proverá": Deus proveu um carneiro para o sacrifício no lugar de Isaque.
Significado Teológico: Esse ato é interpretado como uma demonstração de que a adoração e a fé de Abraão estavam acima do seu amor por Isaque, prefigurando o amor de Deus ao enviar seu próprio Filho, ele provou amara a DEUS sobre tudo e todos e mostrou ser íntegro na aliança que tinha com DEUS (tudo o que é meu é Teu e tudo o que é Teu é meu).
2. Deus viu a obediência de Abraão - A obediência de Abraão foi provada e reconhecida por Deus, culminando no sacrifício de seu filho Isaque, o que demonstrou sua fé total e temor a Deus. Ao estar pronto para sacrificar seu único filho, Abraão confirmou sua confiança na promessa divina, sendo recompensado com a provisão de Deus.
Pontos-chave da obediência de Abraão:
O Teste Supremo (Gênesis 22): Deus pediu que Abraão oferecesse Isaque, seu filho amado, como holocausto na terra de Moriá.
Resposta Imediata: Abraão obedeceu prontamente, levantando-se de manhã cedo para cumprir a ordem.
Confiança Provada: O anjo do Senhor parou Abraão, declarando que agora sabia que ele temia a Deus por não ter negado seu filho.
Justificação pela Fé: A obediência de Abraão, descrita também ao deixar sua terra (Hebreus 11:8), é vista como a prova prática da sua fé em Deus.
Recompensa e Aliança: A obediência resultou na confirmação da aliança, com Deus prometendo abençoar a descendência de Abraão.
3. A promessa de ser uma grande nação se cumpriu - A promessa de que Abraão se tornaria uma grande nação cumpriu-se através de sua descendência, especificamente com o nascimento de Isaque, evidenciando a fidelidade de Deus em meio ao impossível. A aliança, detalhada em Gênesis, estendeu-se com a formação do povo de Israel e, espiritualmente, através de Jesus Cristo, abrangendo todas as famílias da Terra.
Cumprimento da Promessa na Vida de Abraão:
Descendência Prometida: Deus assegurou que Abraão teria um herdeiro legítimo, Isaque, apesar de sua velhice e da esterilidade de Sara.
Formação da Nação: A descendência de Abraão cresceu e formou o povo Hebreu, depois Israelita e hoje Judeu, o que confirmou a promessa divina de torná-lo pai de multidões.
Herança de Terras: Além da nação, Deus prometeu a terra de Canaã como propriedade perpétua para seus descendentes.
Bênção Universal: A promessa de que todas as famílias da terra seriam abençoadas através dele concretizou-se com a vinda de Jesus, descendente de Abraão que torna filho e família de DEUS todo aquele que ouve o evangelho e crê.
A fé de Abraão em crer que Deus cumpriria o que prometeu, mesmo quando ele não viu a nação formada em sua vida, demonstra a abrangência espiritual e histórica do pacto. As promessas também incluíram a bênção de Deus em engrandecer seu nome e abençoar todo aquele que abençoe Abraão e sua descendência..
III. ABRAÃO OFERECEU SEU ÚNICO FILHO
1. Isaque, o filho obediente - Assim como JESUS passou pelos julgamentos dos homens e sobre Ele pesou a condenação por três dias, Isaque teve a morte sobre ele decretada por três dias de caminhada ao Monte. Abraão é tipo de DEUS PAI, Isaque é tipo de JESUS CRISTO e Sara é tipo de Israel.
Após 3 dias chegaram ao pé do Monte Moriá. É impressionante o que diz Abraão aos seus 2 moços ou empregados: "E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós" (Gn 22.5). Abraão não disse voltarei a vós, mas voltaremos a vós. Isso é fé. Abraão acreditou que subiria ao Monte, mataria seu filho em sacrifício a DEUS que DEUS ressuscitaria seu filho e o devolveria a ele e ele voltaria com seu filho vivo.
DEUS um dia enviou seu filho e ele MORREU POR NÓS E RESSUSCITOU, voltando ao PAI.
Assim como Isaque carregou a lenha para o sacrifício, JESUS levou a cruz para que nela fosse pregado e oferecido em sacrifício por nós.
A pergunta de Isaque e a resposta de Abraão também indicam a fé superior de Abraão - “Então disse Isaque a Abraão, seu pai: Meu pai”! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos (Gn 22.7, 8).
Aqui Abraão, sendo homem de Aliança, sabia que se ele oferecesse seu filho a DEUS, DEUS também lhe ofereceria seu filho, pois DEUS é DEUS de aliança. Tudo o que era de DEUS era de Abraão e tudo o que era de Abraão era de DEUS. Impressionante a fé de Abraão.
2. A morte de Sara - Gênesis 23 diz que Sara viveu cento e vinte sete anos. Ela morreu em Hebrom, que originalmente era conhecido como Quiriate-Arba, na terra de Canaã. O texto bíblico diz que Abraão lamentou muito a morte de Sara (Gênesis 23:1,2). Depois disso de chorar sua perda, Abraão procurou providenciar um lugar para sepultar sua esposa. Naquele tempo Abraão vivia como um estrangeiro na Terra Prometida. Então ele falou com os filhos de Hete para poder conseguir uma sepultura para Sara (Gênesis 23:4). Em alguns textos bíblicos os descendentes de Hete são chamados de heteus e também são contados entre os cananeus. Os filhos de Hete foram muito respeitosos com Abraão e não demonstraram qualquer resistência ao sepultamento de Sara em uma sepultura naquelas terras. Inclusive, aqueles homens de Hebrom se dirigiram a Abraão chamando-o de “príncipe de Deus” (Gênesis 23:5,6). Provavelmente essa designação que literalmente significa “poderoso de Deus” não era apenas um simples tratamento respeitoso dispensado a Abraão. É provável que aqueles homens tenham reconhecido que Abraão realmente era um homem especialmente abençoado por Deus (cf. Gênesis 21:22).
A negociação do campo em Macpela (Gênesis 23:8-18)
Diante da receptividade dos homens de Hebrom, Abraão pediu que eles intercedessem por ele junto a Efrom, filho de Zoar. Abraão queria comprar de Efrom sua caverna de Macpela por um preço justo. Sabendo disso, Efrom se ofereceu em dar a Abraão não somente a caverna, mas também o campo em que a caverna estava (Gênesis 23:8-11). Mas esse comportamento de Efrom não se tratava de generosidade, mas era parte de um costume comum de barganha no antigo Oriente Próximo. Caso Abraão recebesse o “presente”, isso o obrigaria a retribuir com um presente ainda mais valioso.
Quando mais uma vez Abraão questionou o preço, Efrom disse que o terreno valia quatrocentos siclos de prata (Gênesis 23:15). Apesar de Efrom colocar essa quantia como se fosse algo sem importância, aquele era um preço muito alto para época. Para se ter uma ideia, muitos séculos depois o profeta Jeremias comprou um campo por dezessete siclos (Jeremias 32:9). Saiba mais sobre os pesos e medidas na Bíblia. Mas mesmo assim Abraão estava disposto a pagar o alto preço pedido por Efrom. Ele pesou a prata corresponde e pagou a Efrom. Então Abraão tomou posse legal do campo em Macpela, incluindo a caverna, o arvoredo que nele havia e todo o limite ao redor. Os heteus confirmaram o negócio que foi oficializado na porta da cidade. Isso também estava de acordo com o costume da época. No antigo Oriente Próximo todas as transações legais aconteciam nos portões das cidades.
3. Abraão, humilde e sincero - Abraão é amplamente reconhecido na tradição bíblica não apenas como o "pai da fé", mas como um exemplo de humildade, sinceridade e amor ao próximo, sendo descrito como um homem de temperamento pacífico e leal. Sua vida foi marcada por uma profunda confiança em Deus e por atitudes de servidão.
Exemplos da Humildade e Sinceridade de Abraão:
Hospitalidade Genuína: Ao receber três visitantes (enviados de DEUS, um, o próprio JESUS), Abraão, mesmo sendo um homem importante, correu para atendê-los, demonstrando ausência de orgulho e disposição para realizar tarefas humildes. Se ajoelho e ditou em terra diante de JESUS.
Oração Humilde: Em sua intercessão, especialmente no episódio de Sodoma e Gomorra, Abraão mostrou-se muito humilde diante de Deus, reconhecendo sua pequenez (chamando-se de "pó e cinza").
Relacionamento com Ló: Ao evitar conflitos com seu sobrinho Ló, Abraão demonstrou abnegação e humildade, priorizando a paz em vez de seus próprios direitos.
Integridade na Compra da Cova de Macpela: Após a morte de Sara, ele recusou receber o local de sepultamento como presente, insistindo em pagar o preço justo, o que reflete sua honestidade e sinceridade em seus negócios. Também não aceitou ser pago ou receber presentes por sua vitória contra reis, era dizimista fiel.
Obediência e Fé: Abraão demonstrou sua sinceridade ao estar disposto a oferecer seu filho Isaque, mostrando que sua entrega a Deus era absoluta.
A humildade de Abraão foi uma virtude chave que chamou a atenção de Deus, permitindo que ele fosse um canal de bênçãos na história, conforme destacado na Bíblia. Sua fé é exemplo para todos nós e está registrada em Hebreus 11.
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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2.
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BIBLIOGRAFIA
Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias
Genesis - Série Cultura Bíblica - Derek Kidner
Estudo de Gênesis 23: Esboço e Comentário Bíblico
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