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| Pb. Junio - Congregação Boa Vista II |
TEXTO ÁUREO
"Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo." (Mt 28.19)
VERDADE PRÁTICA
A redenção da igreja é uma obra conjunta da Trindade: o Pai elege, o Filho redime e o Espírito santifica, sustentando a fé e a missão da Igreja no mundo.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 2 Coríntios 13. 11-13; 1Pedro 1. 2, 3
INTRODUÇÃO
A
Santíssima Trindade é uma doutrina fundamental da fé cristã, e, também, a base
da existência e da missão da Igreja de Cristo. Ela revela o agir cooperativo do
Pai, do Filho e do Espírito Santo, de forma harmoniosa na criação, redenção,
santificação e na comunhão da Igreja. Esse capítulo visa mostrar como a
Trindade sustenta, guia e envia a Igreja para o cumprimento do seu papel no mundo.
Compreender essa verdade fortalece a identidade da Igreja como povo de Deus.
I. A TRINDADE E O PLANO REDENTOR
1. Eleitos segundo a presciência do Pai - A presciência é conhecer coisas ou eventos antes que existam ou aconteçam. Em grego, o termo para “pré-conhecimento” é prognóstico, que expressa a ideia de conhecer a realidade antes que ela seja real e os eventos antes que ocorram. Na teologia cristã, a presciência refere-se à natureza onisciente de Deus, pela qual Ele conhece a realidade antes que ela seja real, todas as coisas e eventos antes que aconteçam e todas as pessoas antes que existam.
Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento falam da presciência de Deus. Não há nada no futuro que esteja oculto aos olhos de Deus (Isaías 41:23; 42:9; 44:6-8; 46:10). Deus vê nossas vidas, nossos corpos e nossos dias mesmo antes de sermos concebidos: "Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles ainda existia" (Salmo 139:15-16).
Deus prometeu que abençoaria povos futuros por meio de Abraão (Gênesis 12:3). Deus disse a Moisés o que aconteceria com Faraó (Êxodo 3:19). Graças à presciência de Deus, os profetas falaram de um Messias vindouro (Isaías 9:1-7; Jeremias 23:5-6). Por meio de Daniel, Deus revelou a futura ascensão e queda de alguns reinos (Daniel 2:31-45; 7). E as profecias do Antigo Testamento são cumpridas no ministério de Jesus Cristo e na formação da Igreja de acordo com numerosas passagens do Novo Testamento (Mateus 1:22; 4:14; 8:17; João 12:38-41; Atos 2:17-21; 3:22-25; Gálatas 3:8; Hebreus 5:6; 1 Pedro 1:10-12).
O apóstolo Pedro ensina que Deus tinha conhecimento prévio da morte expiatória de Seu Filho muito antes de Jesus morrer (1 Pedro 1:20; veja também Apocalipse 13:8). A morte de Jesus na cruz fazia parte do plano eterno de salvação de Deus antes da fundação do mundo. No dia de Pentecostes, Pedro condenou aqueles que mataram Cristo, mas ao mesmo tempo ressaltou a soberania de Deus: eles receberam permissão para fazer o que quisessem com Cristo "conforme o plano determinado e a presciência de Deus" (Atos 2: 23). Embora governantes malignos conspirassem para matar o Senhor Jesus, a Sua morte foi preordenada por Deus (Atos 4:28).
A Bíblia nos ensina que os filhos de Deus foram escolhidos de antemão, e que a presciência de Deus tem a ver com a eleição. Os eleitos são aqueles que foram "eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo. Que a graça e a paz lhes sejam multiplicadas" (1 Pedro 1:2). "Pois aqueles que Deus de antemão conheceu ele também predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos" (Romanos 8:29).
Entretanto, a escolha dos eleitos não foi baseada simplesmente em Sua presciência dos eventos; mas em Seu beneplácito: "Antes da fundação do mundo, Deus nos escolheu, nele, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele. Em amor nos predestinou para ele, para sermos adotados como seus filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o propósito de sua vontade" (Efésios 1:4-5). Em Romanos 11:2, a presciência de Deus implica uma conexão eterna entre Deus e o Seu povo escolhido ou "pré-conhecido" por causa da Sua amorosa fidelidade: "Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu."
A presciência de Deus é mais do que a Sua capacidade de "ver o futuro"; a Sua presciência é o verdadeiro "conhecimento" do que está por vir, baseado em Sua própria vontade. Ele determina o que vai acontecer. Ou seja, a presciência não é apenas intelectual; é algo pessoal e de relação.
2. Redimidos pelo sangue de Cristo - Livramento de alguma forma de escravidão com base no pagamento de um preço por um redentor (q.v.). Redenção é um conceito básico para a visão bíblica da salvação. No AT, a redenção está integralmente associada à vida familiar, social e nacional de Israel. Um indivíduo israelita poderia agir como um redentor, pagando um resgate para a libertação de um escravo (Lv 25.48ss.), para recuperar um campo (Lv 25.23ss.), ao invés de sacrificar um macho primogênito (Êx 13.12ss.), e em favor de alguém que de outra forma seria condenado à morte (Êx 21.28 ss.).
Logo no início do AT, o Senhor DEUS revelou a si mesmo como agindo de forma redentora em favor do homem. Jacó invocou a DEUS como aquele “que me livrou de todo o mal” (Gn 48.15,16). DEUS declarou sua intenção de livrar Israel da servidão no Egito, dizendo: “Vos resgatarei com braço estendido” (Êx 6.6). Na maioria dos casos no AT onde é feita referência à atividade redentora de DEUS, A libertação efetuada é de natureza física e não espiritual (por exemplo, a libertação de Israel do Egito e da Babilônia). Mesmo estas libertações, porém, trazem em si um significado espiritual em que a libertação indicava que DEUS havia perdoado o pecado ou os pecados que diretamente ou indiretamente ocasionaram a calamidade. Em pelo menos um caso (Sl 130.8) a redenção referida é claramente de natureza espiritual, isto é, trata-se de uma redenção do pecado.No NT, a redenção é estritamente uma atividade divina que é realizada por JESUS CRISTO e através dele (Ef 1.7; Gl 3.13; 4,5). Embora a atividade redentora de CRISTO tenha as suas manifestações físicas (por exemplo, a cura das enfermidades), seu principal significado é o resgate espiritual dos pecadores que estão escravizados no pecado (Mc 10.45). A libertação do pecador é assegurada com base no preço de resgate pago a DEUS PAI por JESUS CRISTO em sua morte na cruz (Tt 2.14; Hb 9.12; 1 Pe 1,18,19). Propiciação; Resgate; Reconciliação; Salvação, tudo está implícito.
A perfeição da obra redentora de CRISTO é claramente declarada no NT (Hb 9.25-28). No entanto, a experiência de redenção do indivíduo redimido só estará completa na segunda vinda de CRISTO para nos buscar (Lc 21.28; Rm 8.23; Ef 1.14).
3. Santificados pelo Espírito Santo - O conjunto desse versículo revela a cooperação trinitária na salvação: o Pai elege, o Filho redime e o Espírito santifica. Essa tríplice perspectiva ratifica a economia da Trindade na história da redenção e mostra que a santificação não é mero esforço humano, mas resultado direto da atuação benevolente do Espírito, inseparável da obra redentora de Cristo e da habitação do Espírito.
O termo "santificação" gr. hagiasmós) denota
tanto o ato inicial de separação do pecado quanto o processo contínuo de
consagração a Deus. O vocábulo se refere à ação do Espírito que, aplicando a
obra de Cristo, separa os eleitos do domínio do pecado e os consagra ao serviço
do Reino de Deus. Como já visto nessa obra, reitera-se que a santificação é
tanto instantânea quanto progressiva. Instantânea, porque no momento da
conversão o crente é separado para Deus (l co I. 2); progressiva, porque envolve
uma caminhada diária de renúncia ao pecado e crescimento na graça (2 co 3.18).
Assim, a Igreja é continuamente chamada a andar no
Espírito (Gl 5.25), em um processo de purificação e transformação que culminará
na sua apresentação como uma noiva santa, gloriosa e irrepreensível diante do
Cordeiro Ef 5.27). Não se trata de perfeição absoluta nesta vida, mas de um
caminhar constante em novidade de vida. Como ensina Erickson, "a
santificação é uma continuação do que foi iniciado na regeneração, quando uma
novidade de vida foi conferida ao crente.
II. A IGREJA E A COMUNHÃO COM A TRINDADE
1. Comunhão com o Pai - Henry traduz como "cuidado para não se afastarem do amor de Deus, ou de suas manifestações deleitáveis, alegres e vigorosas; mantenham-se nos caminhos de Deus e continuem no seu amor". Ô O alerta é para que os crentes não se distanciem da experiência, comunhão e segurança desse amor, o que acontece quando alguém escolhe viver no pecado ou na indiferença espiritual. O amor de Deus recebido deve ser cultivado e transmitido. Isso aponta para a perseverança em amar a Deus de todo o coração (Dt 6.5) e amar o próximo (Jo 13.34-35). E o chamado a permanecer firme no amor recebido e no amor praticado (l Jo 4.16,19).
O termo enfatiza a responsabilidade constante do fiel em perseverar no âmbito do amor divino. Não se refere a conquistar o amor de Deus, uma vez que este já foi concedido em Cristo (Rm 5.8), mas de permanecer nele (Jo 15.9-10). A comunhão com o Pai envolve retribuir esse amor por meio da obediência e fidelidade. A permanência no amor divino abrange um aspecto duplo: (i) reconhecer o amor que Deus possui em relação aos pecadores (l Jo 3. l); e ii exercer o amor como um reflexo da regeneração I Jo 4.11-12). Dessa forma, o fiel deve cuidar do amor que lhe foi concedido por Deus, do amor que deve dedicar a Ele e do amor que deve ter para com os irmãos (l Jo 4.10-12).
A comunhão com o Pai, portanto, manifesta-se não apenas em devoção individual, mas também em amor para com o próximo (l Jo 4.20). Estar no amor de Deus implica caminhar na sua vontade e guardar os seus mandamentos Jo 14.21). Não é meramente emocional, mas denota a verdadeira comunhão que se manifesta em uma \ida de santidade, temor e dependência divina FP 2.12). Paulo afirma que nada pode separar o crente do amor de Deus, que está em Cristo Jesus (Rm 8.35-39). Esse amor é o sustento da comunhão com o Pai e a garantia da perseverança do crente. Por isso, a Igreja é chamada a permanecer nesse amor, pois nele encontra a vitalidade de sua vida espiritual.
2. Comunhão com o Filho - Desse modo, João declara categoricamente: "Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida" (l Jo 5.12). A comunhão com Cristo é condição indispensável para a posse da vida eterna. Essa comunhão, porém, é também uma antecipação da plenitude escatológica: "Quando Cristo [...] se manifestar, então, também vós vos manifestareis com ele em glória" (Cl 3.4).
Nesse aspecto, o salvo já experimenta a realidade da vida
eterna no presente, mas aguarda sua consumação no futuro. A comunhão com Cristo
tem início na regeneração, pela fé. Paulo explica que os crentes, unidos a
Cristo, participam de sua morte, ressurreição e nova vida Rm 6.4). Essa união
com Cristo não é apenas simbólica, mas espiritual e real, de modo que a Igreja
é chamada a morrer para o pecado e viver para Deus até glorificação final (Rm
6.5-6; 8.30).
3. Comunhão com o Espírito - A comunhão da Igreja com a Trindade não estaria completa sem a participação do Espírito Santo. Paulo, ao escrever aos Coríntios, almeja que a comunhão do Espírito Santo seja com todos os crentes (2 co 13.13c). Esse texto revela que a comunhão com o Espírito é tão essencial quanto a graça do Filho e o amor do Pai, sendo parte constitutiva da vida cristã. O termo grego koinonia, traduzido por "comunhão", indica participação, partilha, união íntima. Assim, a comunhão com o Espírito não é apenas relacionamento, mas uma cicla de cooperação, dependência e submissão à sua direção. O Espírito Santo, reafirma-se, é quem aplica no coração do crente a obra da redenção realizada pelo Filho e decretada pelo Pai (Ef l . 13-14).
Nesse sentido, Stronstad avalia que a "bênção final de
Paulo expressa seu desejo de que os coríntios experimentem a plenitude do amor
e da graça redentora de Deus através da ministração do Espírito Santo". IO
A Escritura mostra que o Espírito habita no interior do crente (l co
6.19). Sua presença é a marca distintiva da nova aliança, tornando a comunhão
com Deus algo permanente e real (Ef l. 13-14).
Além disso, a comunhão com o Espírito é marcada por ensino,
consolo e direção Jo 14.26; Jo 16.13). Outra dimensão dessa comunhão é a
santificação 2 Ts 2.13). E o Espírito quem opera a purificação do coração,
moldando o crente à imagem de Cristo. Além da santificação, o Espírito concede
dons e poder para o serviço no Reino de Deus (l co 12.7). Ele participa das
fraquezas do crente, sustentando em oração e fortalecendo na esperança da
glória futura Rm 8.16-17).
III. A IGREJA É ENVIADA PELA TRINDADE
1. A missão dada pelo Pai - Acima, na figura ilustrativa temos um resumo do plano de salvação. DEUS PAI planejou a salvação, ou redenção, JESUS CRISTO a executou em seu ministério terreno e em sua morte na Cruz do Calvário e ressurreição, o ESPÍRITO SANTO vaticinou antes, deu poder e cuidou para que tudo fosse cumprido (1 Pe 1.2 - eleitos segundo a presciência de DEUS PAI, em santificação do ESPÍRITO, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas). Presciência de DEUS PAI implica em que DEUS olhou o futuro antes de acontecer para o ser humano e viu o homem em pecado e condenação, providenciando assim um plano de redenção deste homem, sua salvação.
DEUS anunciou diversas vezes e de diversas maneiras, pelos profetas, a vinda de seu FILHO como Salvador do mundo (Rm 1.2). Isso significa a participação do ESPÍRITO SANTO de modo que a promessa messiânica é acompanhada da promessa do ESPÍRITO (Is 32.15; 42.1,2; Is 61.1), confirmada no Novo Testamento (Mt 12.18; Lc 4.18-21). A salvação e a plenitude do ESPÍRITO são anunciadas de antemão no Antigo Testamento para todo o povo (Is 44.3; Jl 2.28-32).
A doutrina da salvação, chamada de Soteriologia, ocupa-se do estudo do plano salvífico (Ef 1.3-14), da obra de CRISTO (Rm 3.24-26), e da aplicação da salvação ao homem (Ef 2.8-10), de acordo com a Escritura. O termo procede do grego sōtēria, traduzido por “salvação”, “libertação” e “preservação”. Nos textos de Lc 1.69,71 e Hb 11.7, o vocábulo é usado com o sentido de “livrar ou preservar de um perigo eminente”. A palavra equivalente usada no Antigo Testamento é yeshû‘â (o nome JESUS no grego, procede desse termo hebraico, Mt 1.21), isto é, “salvação”, “livramento”. O termo hebraico é usado, em Gn 49.18, como referência à salvação do Senhor (ver Dt 32.15; 1 Sm 12.1), e, em Ez 37.23, com o significado de “livrar” dos pecados. Portanto, salvação, quer no Antigo ou Novo Testamento, significa libertação, livramento ou preservação de um perigo eminente.
A Bíblia ensina acerca da salvação; é um tema que se estende do Gênesis ao Apocalipse.
Salvação é uma palavra de amplo sentido, que abrange todos os atos e processos redentores, a saber: justificação, redenção, graça, propiciação, imputação, perdão, santificação e glorificação. A salvação procede de DEUS e não do homem. Foi concebida por DEUS o PAI,
consumada por JESUS o FILHO, e oferecida ao crente por intermédio do ESPÍRITO SANTO. O homem não teve participação alguma no plano de salvação. Resta-lhe apenas aceitar o Dom de DEUS. Tão logo o homem pecou, DEUS anunciou seu projeto para salvá-lo (Gn 3.15).
Salvação é palavra de profundo significado e de infinito alcance. Muitos têm uma concepção bastante pobre da inefável salvação consumada por JESUS, o que às vezes reflete numa vida espiritual descuidada e negligente, onde falta aquele amor ardente e total por JESUS, e busca constante de sua comunhão.
Salvação não significa apenas livramento da condenação do Inferno. Ela abarca todos os atos e processos redentores e transformadores da parte de DEUS para com o homem e o mundo através de JESUS, o Redentor, nesta vida e na outra.
A salvação é o resultado da redenção efetuada por JESUS, o meio que DEUS proveu para livrar o homem de seus pecados. Salvação é o usufruto desse livramento.
A doutrina da salvação diz respeito ao plano divino para restaurar o homem do pecado e, consequentemente, livrá-lo da condenação eterna.
CRISTO é o único caminho ao PAI. A salvação nos é concedida mediante a graça de DEUS, manifesta em CRISTO JESUS e está baseada na morte, ressurreição, e exaltação do FILHO de DEUS.
A doutrina em apreço pode ser estudada sob os vários aspectos da salvação.
2. O Filho comissiona seus discípulos - Cristo, como o enviado do Pai, deixou claro que a missão da Igreja é a continuidade de sua própria missão: "Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós" Jo 20.21). D. A. Carson esclarece que "os apóstolos receberam a comissão de continuar a obra de Cristo, e não de começar uma outra". l - Portanto, o envio da Igreja pelo Filho é o seguimento do plano trinitário de salvação, e envolve proclamação, ensino, batismo e discipulado. A Igreja não atua por iniciativa própria, mas, sim, como instrumento comissionado e capacitado pelo Cristo ressuscitado, chamada a ser testemunha da graça, verdade e amor de Deus em todo o mundo (Mc 16.15-16).
3. O Espírito capacita e envia - No Novo Testamento, JESUS em um só dia fazia pelo menos 10 vezes mais milagres do que esses todos. Pedro, Estêvão, Filipe e Paulo também, em um dia só, eram usados em milagres pelo ESPÍRITO SANTO mais do que todos esses três foram usados no Antigo Testamento.
de sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados. Atos 5:15,16.E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Atos 6:8
E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. Atos 8:6,7
Aconteceu estar de cama enfermo de febres e disenteria o PAI de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele e o curou. Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades e sararam, Atos 28:8,9
Também o ESPÍRITO SANTO dava capacitação a pessoas para obras específicas, como a de profeta (Nm 12.6) ou a de liderança (Jz 6.34; 1 Sm 16.13). Essas habilitações eram espirituais: profecias (Nm 11.25), revelações (Ez 8.3) e milagres (1 Rs 18.12); também aptidões individuais, artísticas (Êx 31.3) e habilidades para liderança militar e política (Jz 3.10; Zc 4.6,7).
Pelo que entendemos, no Antigo Testamento, o ESPÍRITO SANTO vinha sobre aquele que DEUS escolheu para realizar determinada tarefa e depois o deixava até que nova tarefa fosse designada. Ou seja, não ficava residente como em nós que somos templo, morada do ESPÍRITO SANTO.
Todos os dons do ESPÍRITO SANTO foram manifestos no Antigo Testamento, mas não eram residentes naqueles que foram usados. Até mesmo o dom de línguas pode ser reconhecido em uma oportunidade, através de escolhidos para auxiliarem Moisés (Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e o nome do outro, Medade; e repousou sobre eles o ESPÍRITO (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial. Números 11:26 - segundo alguns eruditos pode ser interpretado como falaram em línguas desconhecidas). Línguas também podem ser identificadas em Isaías (Pelo que, por lábios estranhos e por outra língua, falará a este povo, Isaías 28:11).
Moisés foi tremendamente usado em dons, bem como Elias (Cura, Fé (ressurreição de morto) e Milagre), Eliseu (Cura, Fé (ressurreição de morto), Milagre, Palavra de Sabedoria - revelação do futuro; Palavra de Conhecimento - revelação de estratégia de guerra do inimigo; discernimento de espíritos - visão de exército de anjos), Daniel (Palavra de Sabedoria - revelação do futuro; Palavra de Conhecimento - revelação de Sonhos e visões; Línguas e interpretação) e vários profetas (Palavra de Sabedoria - revelação do futuro). As profecias eram sempre usadas também no Antigo Testamento. DEUS usou tanto mulheres como homens e os capacitou com a unção do ESPÍRITO SANTO para exercerem suas funções no Antigo Testamento.
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AUTOR: PB. José Egberto S. Junio, formato em teologia pelo IBAD, Profº da EBD. Casado com a Mª Lauriane, onde temos um casal de filhos (Wesley e Rafaella). Membro da igreja Ass. De Deus, Min. Belém setor 13, congregação do Boa Vista 2.
Endereço da igreja Rua Formosa, 534 – Boa Vista - Suzano SP.
Pr. Setorial – Pr. Saulo Marafon.
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BIBLIOGRAFIA
Bíblia Almeida Século 21
Bíblia de estudo das Profecias
O que é a presciência na Bíblia? | GotQuestions.org/Portugues
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